quarta-feira, 11 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Comemoração - 88º Aniversário PCP e Dia Internacional da Mulher
Mote
Todos dizemos, se Deus quiser
Levando-nos a cruz, ao calvário
Hoje é o dia da Mulher
E comemoramos, o 88º Aniversário
I
Amigos e camaradas
Oiçam bem a minha voz
Ave-maria rogai, por nós
Nos campos, e nas estradas
Nos serões, e nas madrugadas
Cada um aonde vier
Estamos a comer, de garfo, e de colher
Não descalços nem rotos
E dizemos uns para os outros
Todos dizemos, se Deus quiser
II
Oiçam bem, as minhas razões
Como Português e Alentejano
Não se esqueçam, que este ano
Vamos ter três eleições
Muito cuidado com as marcações
Muita atenção, ao diário
E também, ao semanário
Não há razão para susto
Mas já há alguém, com muito custo
Levando-nos a cruz, ao calvário
III
Hoje em festas, há mais de 100
De toque muitas emissoras
Mas todas as senhoras
Cantamos os parabéns
E uma verdade porém
Quem é aquela que não quer
Ou quem é ou que não prefere
Pelo marido ser beijada
É uma data abençoada
É o dia Internacional da Mulher
IV
Vamos falar do nosso partido
Que existe em Portugal
Não esqueçamos do C. Á. Cunhal
Que hoje é falecido
Do nosso tempo, de vivido
Que vemos um lindo aquário
Os meus versos estão muito servidos
Dos trabalhos que fiz, e faço
Hoje dia 8 de Março
Comemoramos o 88º aniversário
Gosto muito de passarinhos
Assados, em lume de carvão
Nascido em Rio de Moinhos
Morador, no bairro do Pisão
Altino João Letras Carriço
sábado, 7 de março de 2009
A luta é nossa

A par do novo código do trabalho, com perdas inqualificáveis no que diz respeito à facilitação dos despedimentos sem justa causa, colocando todos os trabalhadores em situação precária e à tentativa de liquidação da contratação colectiva temos assistido igualmente, a um ataque sem precedentes aos trabalhadores da administração pública e particularmente, da Administração Local, através da perda do vínculo público, a destruição do regime de carreiras e sistema retributivo.
A matriz implementada pelo governo e suas politicas de direita reflectem-se também nas atitudes e comportamentos dos eleitos PS no poder local. Constatamos enquanto trabalhadores da Administração local, que ambas formas de actuação se assemelham pois, baseiam-se nos mesmos princípios. O desrespeito pelas mais elementares regras de convivência democrática, quer através da intimidação dos trabalhadores, quer pelo condicionamento da acção sindical são exemplos entre muitos, de práticas com as quais nos confrontamos diariamente. Se pensam que através de comportamentos menores nos desviam do nosso caminho estão enganados. A luta continuará e cada vez com mais contributos e mais vontade.
Enquanto célula do PCP na Câmara Municipal de Borba é nossa intenção reforçar a intervenção, definindo para isso um plano de trabalho que envolva os trabalhadores militantes e simpatizantes, através de acções de luta organizadas em torno das suas preocupações. A voz do PCP é e será o garante dos processos participativos e democráticos no município. Fá-lo-á a partir da defesa intransigente dos trabalhadores e suas famílias, na discussão, na apresentação de propostas, na denúncia.
Porque acreditamos que é possível uma vida melhor!
A luta é nossa!
A Célula do PCP dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Borba
quarta-feira, 4 de março de 2009
A Acessibilidade é Direito
Deixemos a Demagogia
Tinha-me sido dito que a Loja do Cidadão, inaugurada com o triste espectáculo costumado, por parte do Presidente da Câmara Municipal, não era acessível, não cumprindo, por isso, um requisito apregoado pelo Governo – que apregoa mel e vende vinagre –lição que o nosso desditoso edil aprendeu.
Desloquei-me, pessoalmente, à «maravilha no imaginário do nosso autarca» e verifiquei que o elevador não funciona, inviabilizando o acesso: a pessoas idosas; a mães com carrinhos de bebés; a pessoas com deficiência com mobilidade condicionada. Violando, grosseiramente, a legislação em vigor, o facto é tanto mais condenável, quando os serviços locais da segurança social foram mudados para a dita loja do cidadão, mas não de todos os cidadãos.
Quando a Câmara faz que cuida da acessibilidade, quando o Presidente vagueia pelos paços perdidos dos gabinetes, em desvelada adulação, para assinar inúteis protocolos, quando não faz nem ideia do conceito de acessibilidade, quando fala em observatórios sobre a crise social, afastando os destinatários, sabe-se que todo este «deprimente espectáculo» não passa de demagogia, mentira multiplicada, porque o autor julga poder, ao mesmo tempo, mentir de vários modos: - enganar; - iludir; - hipnotizar os grupos desfavorecidos, as vítimas da crise, mas especialmente das políticas desastrosas de direita do P. S..
Tais práticas são repudiáveis, mas, porque não conheço qualquer pessoa menos propensa à sensibilidade social que o nosso edil, porque a «solidariedade» lhe é totalmente desconhecida, não fico surpreendido, fico extremamente indignado.
Eis a razão que impede a Assembleia Municipal de Borba de debater a conjuntura social; eis a causa da ausência de quaisquer propostas para aliviar as consequências nefastas da crise na intervenção da Câmara de Borba, por responsabilidade da desditosa maioria.
segunda-feira, 2 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Desemprego Dispara no Concelho de Borba Presidente da Câmara não está preocupado

Expresso, 31 Janeiro de 2009
A RTP transmitiu no Telejornal de 10 de Fevereiro de 2009 um conjunto de depoimentos de Borbenses desempregados.
Como já se sabia o desemprego disparou no concelho de Borba; em Dezembro de 2008 segundo dados do IEFP estavam inscritos 255 desempregados, salientando-se a acentuada redução de emprego no sector dos mármores.
Os factos desmentem as declarações do Sr. Presidente da Câmara ao Expresso de 31 de Janeiro de 2009, que diz não ver motivo para alarme, e que “nós costumamos desenrascar” “ …arranjando uns planos ocupacionais, uma espécie de saída de emergência para os desempregados mais persistentes”.
O Sr. Presidente não está preocupado com o aumento do desemprego. Durante oito anos, para além da propaganda, não tomou quaisquer medidas para assegurar emprego e fixar população no concelho.
No Sector dos Mármores o desemprego aumenta e as dívidas por parte dos patrões aos trabalhadores vai crescendo de mês para mês e o Sr. Presidente diz que não há razão para preocupações.
A Zona Industrial da Cruz de Cristo não foi dinamizada nem disponibilizados, a preços acessíveis, os lotes ainda existentes;
A Zona Industrial do Alto dos Bacêlos não passou de estudos e mais estudos, reconhecendo agora o Sr. Presidente não ter meios para a executar, e, por isso, estar dependente de parceiros privados;
O Ninho de Empresas para o qual se adquiriu o Pavilhão na Zona Industrial da Cruz de Cristo, aguarda melhores dias.
Os Pólos Industriais para as Freguesias de Rio de Moinhos e Orada foram apenas promessas.
Estes projectos apesar de estruturantes e elegíveis a financiamento comunitário não foram prioridade, revelando por parte do Sr. Presidente da Câmara e da maioria PS que o suporta, uma total ausência de estratégia que permita manter e criar emprego no concelho.
O Partido Socialista em Borba à semelhança do Governo PS promove a desigualdade, o desemprego e a precariedade.
A Comissão Concelhia de Borba
Borba, 10 de Fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Análise da Realidade Local
(…) porém, o presidente (Câmara) não vê motivo para alarme. “Sinceramente, não compreendo esses números”(…)
Jornal Expresso
Orçamento 2009- www.cm-borba.pt


