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quarta-feira, 18 de março de 2009




Resultado:




























17-03-2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

A Acessibilidade é Direito














Deixemos a Demagogia

Tinha-me sido dito que a Loja do Cidadão, inaugurada com o triste espectáculo costumado, por parte do Presidente da Câmara Municipal, não era acessível, não cumprindo, por isso, um requisito apregoado pelo Governo – que apregoa mel e vende vinagre –lição que o nosso desditoso edil aprendeu.

Desloquei-me, pessoalmente, à «maravilha no imaginário do nosso autarca» e verifiquei que o elevador não funciona, inviabilizando o acesso: a pessoas idosas; a mães com carrinhos de bebés; a pessoas com deficiência com mobilidade condicionada. Violando, grosseiramente, a legislação em vigor, o facto é tanto mais condenável, quando os serviços locais da segurança social foram mudados para a dita loja do cidadão, mas não de todos os cidadãos.

Quando a Câmara faz que cuida da acessibilidade, quando o Presidente vagueia pelos paços perdidos dos gabinetes, em desvelada adulação, para assinar inúteis protocolos, quando não faz nem ideia do conceito de acessibilidade, quando fala em observatórios sobre a crise social, afastando os destinatários, sabe-se que todo este «deprimente espectáculo» não passa de demagogia, mentira multiplicada, porque o autor julga poder, ao mesmo tempo, mentir de vários modos: - enganar; - iludir; - hipnotizar os grupos desfavorecidos, as vítimas da crise, mas especialmente das políticas desastrosas de direita do P. S..

Tais práticas são repudiáveis, mas, porque não conheço qualquer pessoa menos propensa à sensibilidade social que o nosso edil, porque a «solidariedade» lhe é totalmente desconhecida, não fico surpreendido, fico extremamente indignado.

Eis a razão que impede a Assembleia Municipal de Borba de debater a conjuntura social; eis a causa da ausência de quaisquer propostas para aliviar as consequências nefastas da crise na intervenção da Câmara de Borba, por responsabilidade da desditosa maioria.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Loteamento de Santiago

Descubra as diferenças...

01-01-2007

22-02-2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Análise da Realidade Local

(…) Em Novembro, foi Borba o concelho que registou maior crescimento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego, comparando com igual período do ano passado.(…)

(…) porém, o presidente (Câmara) não vê motivo para alarme. “Sinceramente, não compreendo esses números”(…)

Jornal Expresso


(…) “o orçamento define como visão estratégica central afirmar Borba como um concelho competitivo, coeso, sustentável e inovador, uma referência de desenvolvimento no Alentejo. Uma visão fundamentada no conhecimento da situação social, económica e territorial do concelho e na avaliação das suas potencialidades e oportunidades. (…)

Orçamento 2009- www.cm-borba.pt

domingo, 1 de fevereiro de 2009


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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FESTA ESTRANHA (2)




A Festa da Vinha e do Vinho é o momento anual em que Borba recebe mais visitantes. Os objectivos que estiveram na sua criação, afirmaram-se ao longo do tempo, como pilares para a construção de uma identidade singular e genuína. A promoção do vinho e suas práticas sociais e culturais, a valorização das potencialidades endógenas, como os Produtos Regionais, o Artesanato e a Gastronomia, assumem-se como referências de importância inquestionável para a economia local.
A Marca Festa da Vinha e do Vinho está inegavelmente construída a partir dos saberes e sabores locais, factor preponderante no desenvolvimento local sustentável.
Reunir à volta destes princípios milhares de visitantes foi um longo caminho. Dos obstáculos e dificuldades criaram-se dinâmicas e práticas, fruto do envolvimento e trabalho de todos os Borbenses.
De há uns anos a esta parte, e sempre num contínuo, temos assistido à descaracterização da Festa.
• Fim da produção de vinho com rótulo da Festa;
• Contínua perda de participantes em stand no Artesanato e Artefactos;
• Ausência de stands de promoção e venda de Produtos Regionais, nomeadamente, queijos e enchidos;
• Implementação de um processo de mercantilização, visível na promoção e venda de produtos/serviços desenquadrados das características da Festa;

São claros e inequívocos os sinais de perda de identidade da Festa. Tudo aquilo que a diferenciava, pela sua originalidade e defesa de valores locais tem sido consumido pela incompetência e irresponsabilidade. Como entender que se disponibilizem stand`s para venda de aspiradores, mobiliário e sofás? Como entender que num claro atentado à promoção e valorização da Gastronomia Regional Alentejana se tenham apresentado nas tasquinhas pratos como a “Posta Mirandesa” ou Açorda de Marisco? Como entender que se promova a ginja, em vez do nosso e delicioso abafado?

Quem vem à Festa quer provar o vinho, os petiscos e pratos como a Sopa de Tomate, as Migas ou a açorda! Quem vem à Festa quer degustar e comprar os nossos afamados queijos e enchidos! Quem vem à Festa quer, enfim, descobrir os nossos produtos no seu contexto original.

A aposta nas potencialidades do concelho, nos produtos regionais, vinho, artesanato e gastronomia regional, aliado à valorização do Património Construído, Cultural Imaterial e Natural é a única forma de preservar a nossa Identidade. O reforço das actividades económicas locais, a promoção das especificidades do Território, assume a matriz de resistência aos efeitos dos processos de globalização. A Festa da Vinha e do Vinho é nessa medida, espaço para a autenticidade e qualidade, marca de ruralidade e diferenciação em relação a outros eventos.
Apregoar o sucesso que todos desejamos sem se avaliar responsavelmente estas e outras considerações é no mínimo …enganador. E quem se engana a si próprio, mais facilmente engana os outros.
Que todos possamos daqui retirar ilações. A Festa é de todos os Borbenses e tem que impreterivelmente, servir para apresentar o que melhor temos e fazemos. Não foi, não pode ser e se depender de nós não será, um espaço para vaidades de quem sempre criticou os seus princípios e que a pouco e pouco, graças à pouca capacidade, a vai desmontando, descaracterizando, matando.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

FESTA ESTRANHA

Se fossem, hoje, relidas as actas das assembleias municipais referentes aos diversos debates sobre a Festa da Vinha e do Vinho, ficaríamos impressionados com as imprecações dos eleitos do P.S. que vociferavam contra aquele evento; diziam que os produtores de vinho é que deveriam pagar a festa, diziam mais algumas barbaridades que omitimos por despropositadas.
Li, hoje, o programa da próxima Festa da Vinha! Duvidei do que lia… é verdade! Pois os que gritavam contra a festa, os que ralhavam, inconsoláveis, não inscrevem no programa nenhum patrocínio de produtores vinícolas.
Que festa estranha está à porta? Onde andarão perdidos os produtores do famoso vinho de Borba?
O exercício de revisitar as actas da assembleia municipal, quando o P.S. era minoritário, seria altamente pedagógico; Este grupozinho de interesses, clientelas, favores e amiguismos fustigava a maioria governante com tanta impiedade, com tanta intransigência, que pareciam os «polícias da moral»… Terão passado de polícias a malfeitores?
Renegam, enquanto maioria, tudo quanto diziam; fazem, sem pudor, tudo quanto criticavam; são os campeões da incoerência, são vulgares mentirosos, são empedernidos demagogos.
O P.S. perdeu o norte; o grupozinho agarrado à mesa das benesses não tem, nem teve nunca, projecto para Borba; não defende, nem defendeu nunca, valores; só numa coisa são constantes: guardam com mão férrea as carteiras… pois foram as carteiras que os aglutinaram à mesa que os vai desiludindo, porque a julgavam mais abastecida.
Claro, com estratagemas, sob o olhar benévolo do Governo, vão encontrando formas de sustento dos seus apetites cobiçosos; sustentar benesses, presumir, cultivar «narcisismos» podem ser as razões explicativas da desastrosa dívida da Câmara Municipal de Borba. Que o futuro das gerações vindouras fique comprometido por estas razões mesquinhas, eis o que repudiamos, porque, nas próximas duas ou três décadas, todos os borbenses pagarão estes desvarios, estes desmandos, estas irresponsabilidades, que raiam o limite da legalidade.

domingo, 5 de outubro de 2008

Os Fantasmas do Poder

Certas prepotências de certos personagens individuais ou colectivos escondem, sabe-se, tremendas fraquezas, incríveis debilidades éticas, comprometedoras faltas de carácter. Na última reunião da Assembleia Municipal de Borba os eleitos da CDU propuseram a realização de reunião extraordinária daquele órgão de soberania do concelho – assim pensava outrora a maioria – para debater a crise social que atormenta o concelho, a região e o país.
Esta desditosa maioria, incoerente, submissa «à voz do dono» prepotente, até à ilegalidade, renega hoje o que, com suprema hipocrisia vociferava, quando oposição. Democracia e transparência, quanto mais longe, melhor; respeito pelos eleitos e liberdade de expressão, nem pensar, que os tiranozinhos mandadores sufocam tudo. Porque motivo têm medo de analisar a situação social? Que os atormentará? O universo de mentira, a falsa megalomania que espalharam, desmorona-se: perante a falência das promessas mentirosas; perante a pantominice das empresas que viriam instalar-se neste concelho; perante a calamitosa dívida que ameaça, se o P.S. cumprir o que anuncia, a própria extinção do concelho, por insolvência; a desastrosa gestão desligada de qualquer outra estratégia que não seja a vaidade do Sr. Presidente da Câmara que não tem nem ideia como há-de rentabilizar o «mar de betão» que mandou semear, com prejuízo para os borbenses.
Aquele autarca temeu, 2007, convocar, como pretendiam os seus «senhores distritais» a assembleia municipal para analisar o estado da igualdade de oportunidades; ele sabe que eu sei que ele sabe porque temeu: apesar de, quando presidia à assembleia aparecer pelo Conselho Nacional de Reabilitação, qual «vulto nevoento», não tinha, nem tem ideia, do panorama social, porque, na mundanal existência, essa «bomba atómica do sec. XXI – não lhe dá nenhum cuidado.
Algumas biografias, se publicadas, revelariam a verdadeira dimensão dos biografados; eis o caso!
Porque será que perseguirá ou tentará intimidar os que o censuram? Porque é tão intolerante à divergência, que reage com descortesia, quando os factos o apavoram? Porque é fraco! E, por isso mesmo, é «insolente» com os que considera «fracos» e «lisonjeiro/adulador» com os que considera «poderosos», porque, ávido de protagonismo/carreirismo, sabe que, comprazendo aos «mandadores» o caminho fica mais aberto.
Os fantasmas do Poder simbolizam os fantasmas pessoais e colectivos e materializam as infinitas ambições dos seus titulares tão distraídos que nem percebem: «é transitória a glória do mundo» …
Quando a roda da fortuna desanda, quando regressam ao lugar onde deveriam ter estado sempre, sofrem «tormentos de perdição»!... Choram, desconsolados, porque não conhecem os seus fantasmas e os malditos são tão atrozes!... Pedem contas; acusam; devolvem a mesquinha realidade deformada por patologias terríveis!...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pensem um pouco

A maioria que desgoverna a câmara municipal de Borba vai sendo pródiga em originalidades, de mau gosto; agora, pela primeira vez, na história do município foram gozar férias, ao mesmo tempo, presidente e substituto, impropriamente chamado «vice-presidente»; claro que os eleitos têm direito a férias! O que surpreende, para quem afirmava «planear/projectar» é a incapacidade de assegurar a gestão corrente da câmara.
Este facto pouco abonatório pode ter significados evidentes: sabe-se que o vereador que substitui o presidente é pouco capaz e que decide, algumas vezes, com pouca lucidez. Será que o presidente temeu deixá-lo com responsabilidades? É provável! E, para esconder essa desconfiança, preferiu esta atitude aparentemente improvisada, mas, na realidade, bem programada para exercer a sua autoridade centralista, pois crê-se que nem na própria sombra confia!... Não digam que não foi um estratagema refinado!...

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Os pecados mortais do P.S:

1. É um partido de direita; 2. Cultiva, com pertinácia a mentira: a) finge ser de esquerda; b) não cumpre promessas eleitorais; c) rouba aos pobres para dar aos ricos. 3. Grosseria: quem não se recorda das deselegâncias do Ministro Santos Silva? E quem não se indigna com a arrogância do Sr. Pseudo-eng. Sócrates? E a rudeza da ministra da educação? Grosseria e deselegância são atributos do P.S. mentiroso, como gritam os trabalhadores. A mentira é a mais forte acção do Governo que convive pessimamente com a crítica, erigindo-se em autoridade mais próxima do Estado Novo que de qualquer governozinho, débil em conceitos democráticos; a aversão do Sr. Primeiro-ministro aos sindicatos e aos trabalhadores assemelha-o mais a Salazar que a outro estadista europeu, embora pouco amigo da democracia. Que disse, quando o professor foi perseguido, apenas por contar uma anedota? E que fez, quando a polícia, a seu mandato encoberto, visitou sindicatos e intimidou trabalhadores?
Estão, resumidamente, retratados o primeiro-ministro e o seu governo.
Se percorrermos os órgãos regionais sob tutela governamental, ouviremos mandaretes «tiranozinhos» amplificar, com prosápia, a «voz do dono», porque, exibindo prepotência, receberão, mais depressa, as benesses que anseiam!...
E nas autarquias locais? Cá pelo burgo está encontrado o campeão de todos os pecados! O Sr. Presidente da Câmara: incapaz de ouvir qualquer crítica; insolente com os fracos e subserviente com os poderosos; deselegante com qualquer cidadão que lhe recorde promessas; que ira mostra, quando nos órgãos competentes é criticado! Como é deselegante, quando as evidências do desastre que causa a Borba não lhe permitem fugir… como brande, com desmesurada impertinência os processos disciplinares contra alguns trabalhadores! E com que insolência persegue trabalhadores! Não, não digam que não aprendeu bem a lição com os seus ídolos! Como segue a doutrina da «mentira» para que venham, com urgência, os louvores e benesses!...
Pecador empedernido, ou aprendiz de «tirania»?!...

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Palacete do Melos - Frente e Verso


Com a recuperação concluída há mais de um ano, que utilidade?

Fachada Principal

Traseiras

terça-feira, 17 de junho de 2008

Delírio, Demagogia e Demissão

A maioria que desgoverna a câmara destacando o presidente – os outros vereadores são mudos – é portadora de certos estigmas: delírio; demagogia; demissão.
Deliram, quando imaginam megalomanias que lhes fazem ficcionar este concelho, como se fosse uma metrópole imensa.
Segregam demagogia, quando perdem a dimensão ética, especialmente no que diz respeito à dívida (20 milhões de euros) já que comprometem o futuro de duas gerações para satisfazer o seu narcisismo.
Já se terão interrogado (não creio) sobre a utilidade dos "elefantes" que erguem? Terão, alguma vez, definido projectos sustentáveis para tanto betão?
Demitem-se: de reflectir (por incapacidade intelectual) sobre a crise social; que sabem sobre a redução de habitantes em Borba? Preocupa-os o crescimento da pobreza no concelho? Que fazem ou fizeram para aliviar o desemprego? Onde estão as empresas sonhadas? E, quanto ao betão, têm estimados os custos da manutenção desses equipamentos, alguns supérfluos?
Pensar faz «dor de cabeça» à maioria! Provoca-lhe indigestões, sendo incómodo. Preferem imaginar uma grande cidade! E, delirando, não os alucinará o sonho de um aeroporto? Quem sabe se o próximo panfleto eleitoral não incluirá tão arrojada imaginação? Por acaso não terão ainda gozado «merecido descanso» na pousada do Convento das Servas? Reina na maioria «grande confusão» entre o delírio das promessas para não cumprir, uma espécie de gigantismo urbano e a inqualificável indiferença perante os verdadeiros problemas deste concelho...

terça-feira, 4 de março de 2008

Pimbalhadas e Pateguismo

Ao ler o programa da Feira do Queijo
– Santiago de Rio de Moinhos (21/23/03/2008) – fiquei estarrecido!
O programa é a fotografia mais fiel da maioria que (des)governa o município.
A mediocridade do programa é a mediocridade dos eleitos da maioria; numa manifestação de «bacoquismo» enganam a freguesia, porque um acontecimento que poderia promover o queijo de Rio de Moinhos, é utilizado para promover bairrismos medievais, incompatíveis com a globalização que, quais tolos, aplaudem, sem imaginar as consequências; certamente que o negócio dos vendedores não justifica tão pobre empreendimento, à medida da pobreza dos projectos dos que, enchendo os pasquins que manipulam de desenvolvimento, nem sabem o que isso seja, mas, mais desastroso, nada fazem, consistente, para o promover.
Quando inscrevem, tão ufanos quanto tolos, os grupozinhos de dança que emitam as pimbalhadas estrangeiras de péssimo gosto, que pensam que promovem? Claro que não lhes interessam os grupozinhos, mas, calculando o efeito da vaidade, atraem os familiares deslumbrados, não com o significado cultural, mas com o exibicionismo «patego», expressão da realidade de fraco conhecimento.
Isto será apenas pimbalhada/pateguismo, ou prática calculada de manipulação dos comportamentos mais básicos? Se a opção por manipular calculadamente for, como creio, estratagema, descemos a tácticas oriundas do fascismo, aliás, tão do gosto do P.S., no deslumbramento por segurar, a qualquer preço, o poder, tácticas que seduzem a maioria, ao menos o Presidente da Câmara, porque os restantes vereadores são meros feitores, sem ideias, mas obedientes, porque o «pãozinho» está difícil e qualquer diferença de opinião pode conduzir ao futuro desemprego, porque opta-se por subserviência como critério de selecção.
Projectos culturais, no verdadeiro significado do conceito, em Borba, são miragem; alienar, alienar, está na ordem do dia, porque rende, isto é, pensam, garante poder, com o cortejo de benefícios e interesses que lhe estão associados; não foi essa a génese deste grupo que, utilizando estratagemas eticamente insustentáveis, se organizou? Enquanto a manipulação der rendimento, têm o caminho aplanado, porque sabem, como mestres, usar a fuga à verdade. A Feira do Queijo, com estes propósitos, neste figurino, não garante «desenvolvimento», mas, acreditam piamente, pode garantir mais alguns anos de Poder... Rio de Moinhos merecia mais!... O concelho precisa muito mais que «festinhas deprimentes»!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Tiques fascizantes deste simulacro de socialismo!...

E digam que o P.S. não é um partido de direita! Desde 1974 nunca um sindicalista tinha sido condenado.
Agora foi condenado a 75 dias de prisão – remível a multa – o Camarada João Serpa. Que a justiça é independente! Nem as crianças acreditam: quem esqueceu a tentativa de interferir nos sindicatos? Quem desconhece as numerosas formas encapotadas de manipulação governamental do aparelho judiciário? E que garantias há de formação cívico-democrática dos agentes judiciais? Tudo parece nebuloso, os cidadãos desconfiam, com razão, dum Poder cujas permanentes polémicas na comunicação social o tornam demasiado frágil e suspeito?
E a fúria anti-sindical do 1.º Ministro? E a prepotência da Srª Ministra da Educação - verdadeira «peste da educação» - no ódio aos professores? E a incontida obsessão por processos disciplinares persecutórios da Câmara Municipal de Borba?
Eis, resumidamente, os inocultáveis tiques fascizantes deste simulacro de socialismo!...
Abram-se os entendimentos! Esclareçam-se ideias, mas afaste-se do Poder este «fingimento» de socialismo, este «ludíbrio de dita esquerda».
A dignidade da Pátria recomenda!
Os direitos dos trabalhadores exigem!
Os pobres e desfavorecidos gritam a vozes!
Façamos o que deve ser feito! Construa-se a mudança!...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O "Parecer" do Capital

“Ao Instituto Português do Património Arquitectónico cabe a missão de conservar, preservar, salvaguardar e valorizar o património arquitectónico…”

Nada nos move contra o supermercado, mas veja-se como procedeu o IPPAR ao permitir esta construção, ao mesmo tempo que cria todas as dificuldades a pequenas obras particulares, como telhados, muros etc. Como sempre este governo oprime os pobres e favorece os ricos. Amigo do grande capital.