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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Eleitos da CDU nos Órgãos Autárquicos

Câmara Municipal
• Joaquim José Serra Silva

Assembleia Municipal
• Maria Filipa Martins de Almeida
• Sérgio João Pécurto Gazimba
• Manuel Filipe Liliu Prates

Assembleia de Freguesia de S. Bartolomeu
• Ana Bela Pinto Cardoso

Assembleia de Freguesia de Matriz
• João Pedro Velez Paulo

Assembleia de Freguesia de Orada
• António Alberto Catarino Monteiro

Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos
• José Manuel Raminhos Barroso
• António de Jesus Camões Arvanas

domingo, 11 de outubro de 2009

Resultados Eleições Autárquicas em Borba




Mais Informação aqui

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A CDU avança com toda a Confiança!



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Apresentação de lista de candidatos CDU à Câmara Municipal de Borba


"Amigos Borbenses,

No próximo Domingo, dia 11 de Outubro, temos a responsabilidade de eleger as pessoas que nos irão representar nos diferentes órgãos autárquicos, Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia.
Apresento-me a estas eleições como candidato da CDU a Presidente da Câmara Municipal, coordenando uma equipa de gente capaz, leal, devidamente preparada e com disponibilidade para fazer deste concelho um lugar em que se possa viver cada vez melhor.
A experiência adquirida ao longo dos mais de 20 anos em que estou ligado aos diferentes órgãos autárquicos do concelho, com especial destaque para os 14 anos em que estou eleito na Câmara Municipal (6 anos em maioria e 8 anos como vereador na oposição) aliada à minha formação académica e profissional, permitem-me ter um conhecimento aprofundado dos principais problemas do concelho, bem como a preparação necessária para desenvolver um conjunto de soluções que permitam ultrapassá-los.
Sou Natural de Borba e os mais de vinte anos passados nos diferentes órgãos autárquicos, atestam bem o meu empenho e dedicação ao concelho e às suas gentes.
No próximo dia 11 temos que tomar decisões:
Eleger um Presidente, que privilegia o diálogo, a transparência e a concertação com as pessoas ou manter um Presidente arrogante, absoluto e autoritário que recusa o diálogo e não respeita a oposição;
Eleger um Presidente que garanta a defesa do serviço público, que não aceita privatizar serviços essenciais (água e saneamento) ou manter um Presidente que promove a privatização de serviços, o aumento de preços e o endividamento da Câmara.
Eleger um Presidente que promova a construção de habitação, que crie condições para a instalação de novas empresas e consequente crescimento do emprego ou manter um Presidente que durante oito anos não se preocupou com estes problemas, optando por obras vistosas e caras, esquecendo os reais problemas das pessoas;
Eleger um Presidente que se preocupa e conhece bem os problemas sociais do concelho ou manter um Presidente que esquece os mais desfavorecidos;
Eleger um Presidente que respeite a autonomia das Freguesias ou manter um Presidente que interfere e decide, não respeitando a vontade dos eleitos.

Por estas e outras razões, caro eleitor, permita-me apelar ao seu voto.
Vote no Trabalho, Honestidade e Competência, vote CDU"

Candidatos Efectivos

1. Joaquim José Serra Silva, 45 anos
Técnico Superior de administração Autárquica, consultor de várias autarquias na área económica. Desde 1982, foi eleito na Assembleia Municipal e na Junta de Freguesia Matriz. Foi adjunto do Presidente da Câmara de 1993 a 1995, tendo sido vereador a tempo inteiro entre 1995 e 2001. É vereador na oposição, desde 2002. É militante do PCP.

2. Sandra Dolores Ganito Prates, 34 anos, assistente administrativa, tendo sido candidata à presidência da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, em 2005, foi eleita para a Assembleia de Freguesia, militante do PCP.
3. Bento Fernando Aires Pereira, 55 anos, industrial de serralharia, exerceu as funções de vereador a tempo inteiro entre 1976 e 1982, independente
4. Ana Bela Pinto Cardoso, 38 anos, Licenciada em Português, desempregada, foi candidata à Presidência da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu, em 2005, tendo sido eleita para a Assembleia de Freguesia, onde se mantém desde 2002. É militante do PCP.
5. Clarice das Dores Freire Peruzinha, 38 anos, func. de limpeza, independente
6. José Venâncio Coxixo Lopes, 49 anos, empresário, Independente
7. António João Cochicho Anselmo, 60 anos, condutor veículos pesados Independente

Candidatos Suplentes

1. Paulo Nuno Mendanha Coxixo
2. João Vitorino Bispo Catarino
3. Reinaldo dos Anjos Leitão Martins
4. Manuel Joaquim Barroso Alves
5. Sandra de Fátima Gato Martins
6. António João Russo Catarino
7. João Manuel Salvador Gato

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Compromisso dos Candidatos CDU com os Trabalhadores das Autarquias de Borba


1 - Valorização das Carreiras Profissionais:

• Proceder em conformidade com a Lei 12-A/2008, aplicando a opção gestionária, permitindo a todos os trabalhadores nas condições exigíveis a mudança de posição remuneratória;
• Resolver as situações dos trabalhadores com vínculos contratuais precários que desempenham funções permanentes;
• Valorizar a carreira profissional dos trabalhadores pela aquisição de novas competências académicas e pessoais.

2 – Concretização do direito à formação e qualificação profissional:

• Implementar um plano anual de formação que desenvolva nos trabalhadores novas competências de acordo com as funções exigidas.

3 – Aplicação da legislação de higiene e segurança no trabalho:

• Criar a Comissão de Higiene e Segurança no trabalho;
• Melhorar as condições dos locais de trabalho, quer ao nível das instalações, quer ao nível dos equipamentos e fardamentos.

4 – Valorização e Integração dos jovens trabalhadores:

• Integrar no mapa de pessoal os jovens trabalhadores com vínculo precário;
• Desenvolver um plano específico de formação indo de encontro às exigências e necessidades dos jovens trabalhadores.

5 – Respeito dos princípios democráticos e de representatividade dos trabalhadores:

• Promover o diálogo social e construtivo com as estruturas sindicais representativas dos trabalhadores.

6 - Defesa intransigente dos serviços públicos, como a água, limpeza urbana, resíduos sólidos e jardins:

• Garantir a qualidade dos serviços públicos sem fins lucrativos sob propriedade e gestão municipais, visando a melhoria do bem-estar comum da população actual e das gerações vindouras.

Apresentação da lista de candidatos CDU à Assembleia Municipal


"A Assembleia Municipal é o órgão deliberativo do município, que decide, por exemplo, sobre o Plano de Actividades e Orçamento da Câmara, aprova ou reprova a Conta de Gerência e decide sobre muitos outros assuntos importantes. Aqui, estarão representados todos os partidos concorrentes às Eleições, em número de membros de acordo com a votação que obtiverem no próximo dia 11 de Outubro. No nosso concelho, o número total de membros da Assembleia é de 15, a que se juntam os 4 futuros presidentes das Juntas de Freguesia.
Trata-se, pois, de um órgão municipal de grande importância, onde a discussão deve ser produtiva e democrática, cabendo, naturalmente, ao partido que tiver a maioria, o maior poder porque tem mais eleitos.
No entanto, o que se passou durante os últimos 8 anos, em que o PS teve maioria absoluta foi bem o contrário:
• Desrespeito pelas leis e regimento da A. Municipal;
• Prepotência e arrogância do Presidente, numa atitude constante de “quem manda somos nós”;
• Entrega, aos membros da Assembleia, de documentos importantes em prazos reduzidíssimos, que não permitiam a sua leitura atempada;
• Aprovação, por parte dos eleitos do PS, de documentos e medidas, colocando os interesses partidários acima dos interesses dos borbenses;
• Provocações constantes, falta de respeito e insultos aos eleitos da CDU
Assumi, desde sempre, uma forma de estar diferente. “Apanhei” o 25 de Abril de 1974 na adolescência e tornei-me adulta na escola democrática pós 25 de Abril. Fui Presidente da Assembleia com apenas 23 anos e posso dizer que nunca humilhei ou ofendi qualquer pessoa. Estive em maioria e minoria nesse órgão que, ao longo destes 35 anos de Liberdade, foi tendo vários eleitos e Presidentes, nem todos da CDU, como é evidente. Nunca, como nestes últimos 8 anos de maioria PS, a Assembleia Municipal foi tão “abandalhada”. Não é para isso que o povo vota nas diversas forças políticas. Quantos mais votos tiver a CDU, maior será a garantia democrática e o respeito por todas as opiniões.

Assumimos o firme compromisso do respeito pela LIBERDADE, DEMOCRACIA, LEGALIDADE E PELOS DIREITOS DE TODOS, EM MAIORIA OU EM MINORIA.
Pense bem e vote em consciência. E, depois das Eleições, vá assistir e participar nas reuniões deste órgão, porque são todas públicas. E o interesse é seu."

Candidatos Efectivos

1. Maria Filipa Martins de Almeida, 50 anos
Licenciada em Português e Francês, foi professora efectiva do ensino secundário até 2006. Foi eleita nos órgãos autárquicos desde 1982 até 2005, tendo sido Presidente da Assembleia Municipal, membro da mesma, vereadora a tempo inteiro durante três mandatos e membro da Assembleia Municipal na oposição, entre 2002 e 2005. É militante do PCP.

2. Sérgio João Pécurto Gazimba, 35 anos, delegado comercial, militante do PCP
3. Manuel Filipe Liliu Prates, 36 anos, canteiro, Partido Ecologista “Os Verdes”
4. Joaquim Manuel Cardoso, 62 anos, professor aposentado, militante do PCP
5. José Venâncio Coxixo Lopes, 49 anos, empresário, independente
6. António Joaquim Moura Lopes, 68 anos, bancário aposentado, Independente
7. Françoise de Cortes Emery, 31 anos, desempregada, Independente
8. João José Costa dos Santos, 43 anos, funcionário público, Independente
9. Paulo Nuno Medanha Coxixo, 41 anos, pedreiro, independente
10. João Manuel Rato Proença, 63 anos, aposentado, ex. Presidente da câmara, eleito pela CDU, militante do PCP
11. Pedro Manuel Lopes Grego, 21 anos, estudante, independente
12. Bruno Alexandre Ramos Figueiras, 35 anos, professor, independente
13. Isabel Maria Martins do Carmo, 38 anos, psicóloga, independente
14. Altino João Letras Carriço, 64 anos, aposentado, independente
15. Rodrigo José da Silva, 81 anos, aposentado, PCP

Candidatos Suplentes

1. Paulo Alexandre Nifro da Silva, 35 anos, professor
2. José Francisco P. Andrade, 38 anos, assistente técnico
3. Francisco João Mouzinho Camões, 73 anos, aposentado
4. Bonifácio António Ramalho Cachapela, 75 anos, aposentado
5. José António Capelinha Abelho, 54 anos, agricultor
6. Álvaro Casegas dos Santos, 70 anos, aposentado
7. Tatiana dos Santos Lopes, 20 anos, desempregada
8. Pedro Miguel Garcia Proença, 27 anos, estudante
9. António Luís Piçarra Barriga, 38 anos, canteiro
10. Joaquina Conceição Avó Manuelito, 75 anos, aposentada
11. Manuel Santana Louro, 68 anos, aposentado
12. Joaquim António Cotovio Rosado, 43 anos, cabouqueiro
13. Jacinto Joaquim Cordeiro Godinho, 53 anos, canteiro
14. Joaquim Bernardo Bonecas, 73 anos, aposentado
15. Agostinho Luís Pombeiro, 77 anos, aposentado
16. Rafael António Lopes Cachapela, 56 anos, assistente operacional

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Campanha Eleitoral Autárquicas 2009



Novas Metas


Os compromissos apresentados aos Borbenses no programa eleitoral da CDU consideram o Desenvolvimento de Politicas Sociais uma prioridade.
Apresenta um conjunto de medidas centradas no apoio às famílias e à inclusão social.

De entre as principais medidas destacamos:

- Auscultar e trabalhar em proximidade com as IPSS e ONGs;

- Contribuir para o alargamento e melhoria da rede de equipamentos sociais entre os quais os Centros Comunitários de Rio de Moinhos, Orada, Centro Comunitário da Nora e Barro Branco,

- Implementar projectos de apoio à terceira idade ajudando a criar estruturas de serviços de proximidade para resolução de problemas de ordem doméstica (carpintaria-electricidade – canalização-limpeza e pinturas, etc…);

- Apoiar as pessoas com deficiência a título individual ou através das suas organizações representativas tendo em vista superar discriminações, promover a igualdade de oportunidades caminhando rumo á sociedade inclusiva;

- Apoiar a recuperação e reabilitação de habitações degradadas bem como pequenas obras de adaptação para eliminação de barreiras arquitectónicas criando novas acessibilidades;

- Criação de um verdadeiro projecto educativo e recreativo para a Oficina da Criança em Borba com alargamento às freguesias rurais implicando o repensar das actuais instalações e seu funcionamento;

- Apoiar e dinamizar a instalação de uma creche em Rio de Moinhos;

- Desenvolver um estudo para identificação e apoio à integração de famílias dos novos emigrantes, oriundos de diversos países, que residam e/ou trabalhem no concelho, procurando aproveitar e valorizar as suas potencialidades e qualificações;

- Apoio aos desempregados em idade activa, através do GADE, acompanhando-os na criação do próprio emprego ou no encaminhamento para ocupação de postos de trabalho em empresas que se venham fixar no concelho, definindo incentivos para essas empresas;

- Apoio e acompanhamento junto das estruturas da Segurança Social para auxilio aos desempregados sem subsídio e sem perspectivas de novo emprego;

- Integração de jovens licenciados, desempregados ou à procura de 1º emprego em projectos de interesse para o concelho ou apoiá-los em formações especificas permitindo-lhes maior versatilidade no mercado de trabalho;

Joaquim Serra Silva

domingo, 4 de outubro de 2009

Apresentação da lista de candidatos CDU à Junta de Freguesia da Orada


"Chamo-me António Monteiro e sou, pela 1ª vez, candidato a presidente da junta de freguesia de Orada.
Faço-o porque a nossa freguesia tem estado, desde há vários anos pouco acompanhada. O actual presidente, que se vai recandidatar de novo pelo PS, nada tem feito pela freguesia.
Não faz, nem exige da Câmara Municipal que faça. Durante os últimos 8 anos, tem participado na assembleia municipal só para marcar presença e votar.
Nada tem exigido para a freguesia que representa e não se preocupa sequer em ouvir a população. É por isso que temos que fazer a mudança, no dia 11 de Outubro votando CDU.
Pela minha parte, comprometo-me, se for eleito, a ouvir e fazer chegar à Câmara, as reivindicações de todos os eleitores, sejam da Orada, Alcaraviça, Aldeia de Sande e lugares mais pequenos e montes isolados.
Candidato-me porque entendo ser necessária uma maior intervenção do presidente da junta de freguesia. E a isso me comprometo.
Vote CDU!"


Candidatos Efectivos

1. António Alberto Catarino Monteiro, 36 anos
Empresário, Candidato nas listas da CDU há vários anos, é, pela 1ª vez, candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Orada, é independente.

2. Sandra Maria Broa Abelho, 26 anos, estudante, indepedente
3. Orlando Alberto Mendanha Coxixo, 49 anos, pedreiro, independente
4. José António Capelinha Abelho, 54 anos, agricultor, militante do PCP
5. Clarice das Dores Freire Peruzinha, 38 anos, func. de limpeza, independente
6. José Venâncio Coxixo Lopes, 49 anos, empresário, Independente
7. António João Cochicho Anselmo, 60 anos, condutor veículos pesados Independente

Candidatos Suplentes

1. Paulo Nuno Mendanha Coxixo
2. João Vitorino Bispo Catarino
3. Reinaldo dos Anjos Leitão Martins
4. Manuel Joaquim Barroso Alves
5. Sandra de Fátima Gato Martins
6. António João Russo Catarino
7. João Manuel Salvador Gato

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Apresentação da lista de candidatos CDU à Junta de Freguesia de S. Bartolomeu



"A Junta de Freguesia de S. Bartolomeu parou, durante anos, apesar das obras feitas à última hora, pela Câmara, passando ao executivo PS atestado de incapacidade.
A Freguesia de S. Bartolomeu com 816 eleitores inscritos perde população; são cada vez menos os jovens e crianças.
Sabemos que a população da freguesia é idosa e precisa de serviços de apoio: na saúde; em politicas sociais, devendo cuidar-se do reforço de rede de apoio domiciliário, pois é importante que, na medida do possível, enquanto forem autónomos, os idosos estejam integrados na comunidade;
Um dos principais compromissos dos candidatos da CDU à freguesia de S. Bartolomeu será acompanhar a população idosa, conhecer as suas necessidades e problemas.

  • Na Mobilidade:
- A mobilidade não é só fazer rampas; é preciso adaptar os edifícios públicos; impedir a ocupação dos passeios; cuidar da fixação de sinais, pois são barreiras, para idosos, pessoas com deficiência e mães que transportam os seus bebés.
  • Na reabilitação urbana:
Na freguesia de S. Bartolomeu existem inúmeros prédios em adiantado estado de degradação, exigindo-se um plano de salvaguarda do espaço urbano;

Outras preocupações:
  • Disciplinar o trânsito diversificando o seu fluxo e estacionamento,
  • Estimular a participação cívica;
  • Reforçar o funcionamento democrático dos órgãos: junta e assembleia de freguesia,
  • Divulgar a cultura, valorizar o património, colaborar activamente com as associações implantadas na freguesia e concelho;
Sendo pequena em território, tendo reduzida população, a freguesia de S. Bartolomeu tem igualmente reduzido orçamento. Estamos preparados para esse desafio. Confiamos no projecto autárquico CDU, confiamos na capacidade de trabalho dos seus candidatos e por isso, cremos estar certos da mudança. Sim, é possível uma vida melhor em S.Bartolomeu!
No dia 11 de Outubro, vote CDU: O voto de confiança, o voto seguro e certo na mudança!"

Candidatos Efectivos

1. Ana Bela Pinto Cardoso, 38 anos
Licenciada em Português, desempregada. Foi candidata à Presidência da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu, em 2005, tendo sido eleita para a Assembleia de Freguesia, onde se mantém desde 2002. É militante do PCP.

2. Rogério Duarte Almeida da Silva, 35 anos, assistente técnico, militante do PCP
3. Françoise de Cortes Emery, 31 anos, desempregada, independente
4. António Júlio Serra Silva, 48 anos, mecânico auto, independente
5. Fernando José G. Silveira, 35 anos, pintor, membro Partido Ecologista “Os Verdes”
6. Vânia do Carmo Lopes, 30 anos, assistente técnico, Independente
7. Vicente Manuel B. Lambuzana, 65 anos, aposentado, Independente


Candidatos Suplentes

1. Marcos Alexandre Cachapela
2. Mavilde Silva Mestre Pimenta
3. Francisco O. Alpalhão Silveira
4. Leonardo Manuel Simões
5. Irene dos Anjos F. Peruzinha
6. Mariano dos Santos Miguel Calhau
7. João Pedro Couto Ladeiras

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Apresentação da lista de candidatos CDU à Junta de Freguesia de Santiago Rio de Moinhos


"Chamo-me José Manuel Raminhos Barroso, tenho 43 anos, sou manobrador de veículos pesados industriais (no sector dos mármores), vivo em união de facto e tenho uma filha com 18 anos. As razões pelas quais me candidato à Assembleia de freguesia de Rio de Moinhos assentam na vontade de fazer algo mais por esta terra, transformando 12 anos de marasmo PS. Estou empenhado em assumir este compromisso político, desenvolvendo um projecto assente nos problemas concretos das populações. Tenho como objectivos: a criação de lotes habitacionais com preços acessíveis aos jovens; reivindicação de verbas estabelecidas nos protocolos com a autarquia, assim como a descentralização de competências garantindo uma melhor qualidade de vida para as populações. Mas para concretizar estas e mais ideias é importante que no dia 11 de Outubro nos dê a sua confiança votando CDU!
Se está descontente vote na gente!"

Candidatos Efectivos

1. José Manuel Raminhos Barroso, 43 anos
Manobrador de veículos pesados. É eleito na Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos desde 2005. Foi candidato à Assembleia da República pelo distrito de Évora. É militante do Partido Ecologista “Os Verdes”

2. António de Jesus Camões Arvanas, 48 anos, condutor de máquinas, militante do PCP
3. Helena Cristina Lopes G. Caldeira, 31 anos, socióloga, Independente
4. Manuel Filipe Liliu Prates, 36 anos, canteiro, membro do Partido Ecologista “Os Verdes”
5. Joaquim Filipe Mira Brinquete, 39 anos, pedreiro, Militante do PCP
6. Elizabete de Jesus L. Figueiredo Fusco, 36 anos, serrador de fio, Independente
7. Josué Henrique Vermelho Barreiras, 55 anos, canalizador, Independente
8. Norberto Dinis Galego Rapa, 32 anos, vendedor, Membro do Partido Ecologista “Os Verdes”
9. Anabela Letras Guerra, 38 anos, doméstica, Independente

Candidatos Suplentes

1. António Baltazar Barroso Alves
2. Nelson Roberto Prates Catarino
3. Mariana da Conceição Liliu Prates
4. Fernando Manuel Capacete Gazela
5. Jacinto Lourenço Gila Mouquinho
6. Cláudia Cristina Bagulho Barbosa
7. Luís Miguel Pécurto Raminhos
8. Luísa Maria Parreira Moura Proença
9. Marcos Joaquim Moura Lopes

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Apresentação da lista de candidatos CDU à Junta de Freguesia da Matriz





“Candidato-me pela primeira vez a Presidente da Junta de Freguesia da Matriz porque entendo que o trabalho autárquico deve acontecer de uma forma equilibrada, em estreita cooperação com os restantes órgãos autárquicos e sustentado no projecto da CDU para o concelho de Borba. Entendo também que as juntas de freguesia devem obter as verbas necessárias para o investimento, previstas nos protocolos de descentralização de competências, no sentido de garantir as infra-estruturas e equipamentos, para que as populações possam ver as suas condições de vida melhoradas. As juntas de freguesia são órgãos de proximidade. Conhecem como ninguém os problemas das populações. Por isso, na sua actividade devem dar particular atenção ao trabalho e intervenção sociais. Para levar a cabo este compromisso faz-me falta o seu voto, conto consigo!”
Vote CDU! Por uma vida melhor!

Candidatos Efectivos

1. João Pedro Velez Paulo, 39 anos – Assistente Técnico
Estudante do Curso Superior de Turismo na Universidade de Évora. É Vice-coordenador regional do STAL. Militante do PCP

2. João Manuel Compõete Ficalho, 60 anos, aposentado, fadista. Independente
3. Renata Maria Bandeira da Silva, 41 anos, arquitecta, Militante do PCP
4. Luís Manuel Compõete Birlo, 34 anos, comerciante, Militante do PCP
5. Duarte Joaquim Trindade Perdigão, 43 anos, assistente operacional, Independente
6. Fátima da Conceição de Oliveira Peixe, 38 anos, desempregada, Militante do PCP
7. António João Matos Alpalhão, 56 anos, canalizador, Independente
8. Joaquim José Fialho das Mercês, 40 anos, montador de pneus, Independente
9. Arminda do Rosário Clérigo Cachapela, 48 anos, cantoneira de limpeza, Indepedente

Candidatos Suplentes

1. José Luís Guarda Verdades Canhão
2. Manuel Joaquim Malta Massas
3. Dolores da Conceição Cebola da Silva
4. Eusébio Joaquim Trincheiras Pombeiro
5. António Joaquim Torres Pereira
6. Vanda Maria Ferro Piçarra Andrade
7. Ricardo Miguel Franco Sebo
8. António Manuel Banza Ramos
9. Maria Aurora Rato Mendes Gomes

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Situação Financeira



A situação financeira do Município de Borba, a dívida em concreto, foi durante o ultimo mandato da CDU, a grande preocupação dos actuais eleitos do Partido Socialista.
Tamanha foi a sua preocupação que conseguiram empolar o seu montante e fazer crer a muitos borbenses que existia dívida, mas que não existia obra.
Para ver dívida os eleitos do Partido Socialista utilizaram óculos de aumentar, para ver a obra feita enterraram a cabeça na areia.

É sempre bom lembrar que a CDU em 3 de Janeiro de 2002 deixou a Câmara numa situação financeira controlada, com uma divida que atingia somente cerca de metade da sua capacidade de endividamento.

De acordo com os documentos oficiais (Conta de Gerência do ano de 2001) a dívida da Câmara rondava os 850 mil contos (quatro milhões duzentos e quarenta e sete mil euros), sendo 320 mil contos (um milhão quinhentos e noventa e nove mil euros) de dívidas a fornecedores e 530 mil contos (dois milhões seiscentos e quarenta e oito mil euros) de dívida á banca.

Dívida essa que na altura foi contraída para financiar investimentos no concelho, alguns deles estruturantes, tais como:
Esgotos da Ribeira de Rio de Moinhos – Etar de Borba – Estrada das Cortes – Estrada Municipal 508 (Bencatel – Estremoz) – Estrada Municipal 1041 (EN4-Nora) – Arruamentos diversos em Orada e Rio de Moinhos – Infra-estruturas dos Loteamentos Habitacionais do Chalé (Borba) – Nave (Nora) -Pisão (Rio de Moinhos) -Srª da Vitória (Barro Branco) – Forno (Orada) – Infra-estruturas da Zona Industrial da Cruz de Cristo-Realojamento Municipal do Chalé – Pavilhão Desportivo de Borba – Construção de 2 Pavilhões na Zona Industrial da Cruz de Cristo – Recuperação do Palacete dos Mellos e Compra de Terrenos para a Zona Industrial do Alto dos Bacêlos, para alargamento da Zona Industrial da Cruz de Cristo, para ampliação da Zona Desportiva e para construção do Parque de Feiras e Exposições de Borba.
Todo este investimento superou os 2,3 milhões de contos (onze milhões e quinhentos mil euros)

Afinal havia obra e muita, projectos muitos e com candidaturas apresentadas, património bastante, muitos terrenos prontos a vender nos loteamentos habitacionais, na Zona Industrial da Cruz de Cristo, terrenos adquiridos para preparar o futuro (Alto dos Bacêlos – Parque Desportivo – Parque de Feiras e Exposições), existiam também cerca de 300 mil contos (1 milhão e quinhentos mil euros) de verbas para receber provenientes de autos de medição de obras apresentados e não pagos, bem como receitas da expropriação de terrenos para construção da variante a Borba que cobriam a dívida a fornecedores.

Passados estes oito anos de mandato do Partido Socialista a situação financeira do município agravou-se bastante e é hoje também um dos grandes obstáculos ao desenvolvimento do concelho.

Apesar do constante aumento de receitas, provenientes quer da participação no orçamento de Estado, quer dos impostos e taxas aplicadas aos munícipes bem como do congelamento sucessivo dos vencimentos dos funcionários, a dívida do município não mais parou de crescer.

A dívida do Município, de acordo com as informações que são apresentadas é a seguinte:

Dívidas a fornecedores - Seis milhões trezentos e setenta e seis mil euros

Dividas à Banca – Seis milhões, setecentos e cinquenta e seis mil euros


O que foi apontado como um problema na gestão da CDU passou a ser defendido pelo Partido Socialista, devido à sua maioria absoluta, como uma forma de gestão, faça-se agora e depois se verá como se paga.

Mas os eleitos da CDU, ao contrario dos eleitos do PS, não fazem politica de terra queimada, sabemos que existe obra, não estamos de acordo com algumas das opções que foram tomadas, não concordamos com muitas das prioridades que foram definidas, bem como com alguns projectos e muito menos com o montante de investimento dispendido na sua execução.

Não estamos de acordo que a fixação de população e o desenvolvimento das zonas industriais não tivesse sido uma prioridade, não estamos de acordo que os centros comunitários de Orada e de Rio de Moinhos não tivessem sido uma opção, lamentamos que alguns equipamentos construídos e prontos a funcionar há mais de um ano continuem fechados ou sub aproveitados, pensamos que fazer um pavilhão de exposições por cerca de 4 milhões de euros com apenas 600 mil euros de financiamento é uma má opção e que seria possível ter um Pavilhão de Exposições com a mesma área, com toda a funcionalidade e que respondesse ás necessidades, por menos dinheiro.
Só os trabalhos a mais deste pavilhão (aprx. 500 mil euros) pagariam quase a construção de um centro comunitário.

Mas como dissemos a situação financeira da autarquia é um entrave ao desenvolvimento do concelho pois os limites ao endividamento estão quase esgotados, o endividamento líquido está mesmo ultrapassado em mais de dois milhões de euros, o que limita a contratação de novos empréstimos, mas projectos estruturantes estão por fazer.

Durante o ano de 2010 a Câmara vai ter que pagar à Banca mais de 1 milhão de euros só de juros e amortizações de empréstimos.

Tem, para com os fornecedores, dívida vencida de mais de seis milhões de euros embora alguma suportada por factoring e a pagar juros.

A dívida a fornecedores e a dívida à banca tem aumentado mais de um milhão de euros por ano.

Atendendo aos dados que possuímos, se continuarmos nesta gestão irresponsável, feita sem qualquer rigor e despesista a situação tenderá a agravar-se e os empréstimos excepcionados não surgem sempre, muito menos para quem ao contrário de reduzir a dívida, continua a fazê-la aumentar.

Também os empréstimos como o último que se aprovou no montante de um milhão e setecentos e sessenta mil euros, para pagamento de despesas como o fornecimento de água e o tratamento de esgotos por parte da Empresa Águas de Centro Alentejo, pagar a outros fornecedores géneros consumidos nas cantinas escolares desde Março e Abril e outras despesas correntes, são o reconhecimento da insustentabilidade da situação financeira criada e para a qual a tesouraria não tem capacidade de resposta.

È urgente outra política financeira, que cumpra com os compromissos assumidos com os fornecedores e que reabilite a imagem do município perante as empresas.

A preparação de um programa de reequilíbrio financeiro poderá ser a única saída para a situação criada, mas essa solução obriga a uma gestão responsável, a investimentos criteriosamente seleccionados, ao compromisso de redução de dívida, ao combate ao desperdício e á optimização de recursos técnicos e humanos.

Joaquim Serra Silva

sábado, 19 de setembro de 2009

Autárquicas 2009 - A fixação de Jovens



O Concelho de Borba desde 1960, período em que chegou a ter 10 431 habitantes, que tem vindo a perder população.
De acordo com os resultados dos últimos censos (2001) o Concelho de Borba tinha 7782 habitantes e estima-se que em 2007 tivesse apenas 7447 habitantes, estimando-se assim um decréscimo da população residente.

A tendência que se verifica, no que diz respeito à população, é de despovoamento nas freguesias rurais e concentração nas freguesias urbanas, com especial referência para a Freguesia Matriz.

A natalidade e a mortalidade dos últimos anos apresentam saldos naturais negativos, o que se traduz num envelhecimento da população, com as implicações que este processo apresenta relativamente ao nível das iniciativas locais, quer económicas quer sociais.
Em 2001, a população jovem (0-14 anos) representava cerca de 13% da população total enquanto a população com mais de 65 anos atingia 23% da população total.

Estancar ou inverter esta tendência torna-se pois uma necessidade e uma prioridade.

A fixação de jovens no concelho surge assim como uma medida a ter em conta e a valorizar devendo fazer parte de toda e qualquer estratégia de desenvolvimento que se pretenda implementar no concelho.

A fixação e atracção de população está ligada a vários factores indissociáveis nomeadamente – Emprego – Habitação – Qualificação, estes três factores são importantes e decisivos para atrair e fixar população.

O emprego é a questão fundamental pois sem oportunidades de emprego não é possível fixar população, é a procura de emprego que tem levado muitos jovens a sair do concelho.

Torna-se assim urgente (e por isso não se compreende como foi possível deixar passar mais oito anos sem se avançar com a Zona Industrial do Alto dos Bacêlos, sem promover a ocupação total da Zona Industrial da Cruz de Cristo e não se ter desenvolvido mais os Pólos Industriais das Freguesias de Rio de Moinhos e Orada quando os apoios comunitários não faltaram) criar condições para instalação de empresas, definir um quadro de incentivos que passe pela disponibilização de terrenos a preços convidativos, um conjunto de incentivos fiscais locais e nacionais bem como um efectivo acompanhamento através do GADE disponibilizando apoio qualificado à instalação e mesmo à preparação de processos de candidatura a financiamentos.

Um regulamento de instalação de empresas que promova a diversificação da base económica, que privilegie a tecnologia e a inovação, que distinga os empreendedores locais, que potencie a fixação de quadros médios e superiores que estimule a criação de postos de trabalho.

Um apoio efectivo na elaboração e acompanhamento de processos bem como a tomada de medidas tendentes à desburocratização na aprovação dos mesmos, principalmente no que diz respeito às competências municipais na aprovação de projectos e licenciamento de obras, criando condições para redução de prazos de aprovação e para a adesão a processos de aprovação na hora.

Para fixar e atrair população torna-se necessário para além do emprego criar condições para que as pessoas se fixem no concelho, construam ou adquiram a sua casa e formem a sua família.

Mantém-se a necessidade de continuação com loteamentos de iniciativa municipal e a criação de um programa de incentivos à fixação de jovens que passe pelo apoio à aquisição de terrenos a preços reduzidos, que promova a auto construção, que preveja apoios à elaboração de projectos e redução de taxas de construção, conjugados com incentivos fiscais nomeadamente em termos de fixação de taxas mínimas de IMI bem como de participação na taxa variável de IRS para o concelho.

Um maior envolvimento com o sector cooperativo para encontrar e disponibilizar terrenos que permitam a construção a custos controlados, pode e deve ser outra vertente a desenvolver.

A procura de parcerias público/privadas para recuperação e reabilitação de imóveis degradados e ou abandonados para promoção de mercado de arrendamento para jovens conjugando com os apoios nacionais existentes quer para a recuperação de imóveis quer para incentivos ao arrendamento, pode e deve ser outra orientação a desenvolver.

O aumento das qualificações dos borbenses apresenta-se também como outra orientação estratégica pois os baixos níveis de escolaridade constitui um entrave ao desenvolvimento integrado do concelho uma vez que recursos humanos qualificados conseguem ser mais empreendedores e atrair investimento mais diversificado.

Este é um problema que se coloca à diversificação económica pois para ser possível diversificar a base económica é necessário empreendedorismo e qualificação, pois empresas tecnologicamente mais avançadas precisam de colaboradores mais qualificados.

A requalificação profissional de desempregados e a sua preparação para novas actividades é também uma necessidade crescente pois são muitos desses desempregados hoje com 40 anos que com famílias constituídas se vêem forçados a sair do concelho ou do País para continuarem um vida activa que lhes permita a manutenção das famílias.

O acompanhamento à criação do próprio emprego por parte de pessoas desempregadas, apoiando-as no desenvolvimento dos processos burocráticos, na definição da sua área de negócio apoiando-as nos estudos de viabilidade económica através do GADE, instalando-as provisoriamente em ninhos de empresas e encaminhá-las nos processos de formação e requalificação pode também contribuir de uma forma positiva para a fixação de população.

Como podemos depreender a fixação de população nomeadamente jovens é encarada pela CDU como uma estratégia para o desenvolvimento económico e social do concelho e foi tratada como uma prioridade.

Assim a CDU durante o seu último mandato desenvolveu diversos loteamentos de iniciativa municipal a saber: Borba – Loteamento do Chalé, Rio de Moinhos – Loteamento do Pisão, Nora – Loteamento da Nave, Barro Branco – Loteamento da Srª da Vitória, Orada – Loteamento do Forno, disponibilizando para os borbenses lotes de terreno a preços acessíveis na sede do concelho e nas freguesias rurais procurando fixar a população mais jovem e atrair jovens de outros concelhos.

Foi também com a CDU que a Zona Industrial da Cruz de Cristo foi ampliada para uma segunda fase, que possibilitou a reinstalação naquela zona industrial das diversas empresas e oficinas que se encontravam dispersas pela vila, permitindo um melhor ambiente urbano ao mesmo tempo que criou melhores condições de trabalho a essas empresas e seus trabalhadores levando ao crescimento dessas empresas e ao aumento do numero de trabalhadores.

Foi com a CDU e com a disponibilização de terrenos a preços acessíveis que muitos jovens do concelho viram o seu sonho tornado realidade, criaram e instalaram a sua empresa criando o seu posto de trabalho e admitindo funcionários.

Foi na Zona Industrial da Cruz de Cristo que se procurou criar condições para o lançamento de bases para a diversificação económica do concelho, procurando diversificar a instalação de empresas, privilegiando e apostando na fixação de indústrias agro-alimentares tendo sido reservados lotes para esse efeito.

A CDU deixou ainda terrenos disponíveis para fixação de mais empresas nesta zona industrial, que até hoje não foram utilizados e deixou ainda definido em instrumento de ordenamento do território uma área definida para alargamento o seu alargamento.

Lamentavelmente a maioria do Partido Socialista, nos últimos oito anos, abandonou esta linha estratégica e comprometeu o trabalho feito até aqui.

Aumentou o preço dos lotes de terreno para mais do dobro quer sejam lotes industriais quer sejam lotes habitacionais, voltou a instituir o princípio da hasta pública privilegiando quem mais pode, não quem mais precisa.

Não promoveu a ocupação da Zona Industrial da Cruz de Cristo nos lotes sobrantes devido ao aumento do preço dos lotes que se tornou impeditivo para a instalação de novas empresas.

Não avançou com a Zona Industrial do Alto dos Bacêlos por ter definido outros projectos como prioritários em detrimento deste.

Não avançou com o Pólo Industrial de Rio de Moinhos conforme prometeu.

Avançou timidamente com o Pólo Industrial da Orada para realização da Feira das Ervas Alimentares

Durante estes oito anos não disponibilizou novos loteamentos habitacionais com incentivos para a fixação de jovens sabendo da grande necessidade existente em Santiago de Rio de Moinhos.

Durante estes oito anos não foram instaladas novas empresas no concelho.

Joaquim Serra Silva

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Intervenção Joaquim José Serra Silva na Apresentação Pública Candidatos CDU Borba

(...)"Os oito anos de maioria socialista na Câmara de Borba, à semelhança do que se passa no país têm-se pautado pela prepotência dos seus eleitos, pela falta de respeito pela oposição, pelo desrespeito pela legalidade numa atitude de quero, posso e mando.

Para estes eleitos do Partido Socialista, quem não está com eles é contra eles e portanto prepare-se para as retaliações.

Quantas pessoas com quem contactámos durante a elaboração das listas nos disseram que contássemos com o apoio mas que não podiam integrar a lista com medo de retaliações, ou porque estão nos programas ocupacionais, ou em estágios profissionais ou mesmo em contratos a termo;

Quantos jovens que se disponibilizaram para fazer parte das nossas listas, numa segunda conversa pediram desculpa e alguns aparecem na lista do PS porque lhes foi prometido emprego para si ou para seus familiares.

Quantos trabalhadores da Câmara já foram alvos de processos disciplinares ou prejudicados nas suas carreiras por serem apoiantes da CDU ou integrarem as listas.

E o funcionamento dos diferentes órgãos autárquicos a falta de respeito pelos eleitos da CDU, as dificuldades criadas ao desempenho das suas funções pela falta de disponibilização de informação atempada, as constantes alterações ás ordens de trabalhos, a falta de disponibilização de instalações etc etc,

Para a actual maioria do Partido Socialista é uma surpresa nós estarmos a apresentar listas, pois eles já tinham vaticinado o fim da CDU, como eles se enganaram, nós estamos aqui e mais fortes que há quatro anos para disputarmos estas eleições por Borba e pelos Borbenses."(...)


Lê aqui a Intervenção completa do Candidato da CDU à Câmara Municipal Joaquim José Serra Silva

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

Autárquicas 2009 - Desenvolvimento Económico

A questão apresentada sobre o desenvolvimento económico apresenta-se bastante redutora ao limitar o desenvolvimento económico à existência ou não de parques industriais e pólos industriais nas freguesias rurais.

O diagnóstico efectuado durante a Revisão do Plano Director Municipal apontou duas fragilidades do concelho que condicionam o seu desenvolvimento futuro:

- O decréscimo populacional registado nas duas últimas décadas que contribuiu para o envelhecimento da população residente e para a estagnação das actividades económicas.
Este decréscimo populacional está associado á falta de capacidade de criação de emprego pelos sectores de actividade existentes no concelho.

- Uma estrutura produtiva baseada em dois sectores – a produção de vinho e as rochas ornamentais – sectores muito dependentes das flutuações dos mercados externos e enfrentando uma concorrência mundial crescente.

E apontou a diversificação e modernização da base económica do concelho como linhas de orientação tendo definido as seguintes intervenções:
-Reforço das áreas de acolhimento empresarial no concelho
-Promoção da articulação do triângulo turístico Borba/Estremoz/Borba/Vila Viçosa
-Desenvolvimento de actividades turísticas e de lazer
-Aumento da capacidade de alojamento turístico de qualidade
-Incentivos à promoção e valorização das produções locais

A falta de cumprimento desta linha estratégica de desenvolvimento para o concelho levou a que os investimentos na concretização destes objectivos não tivessem sido definidos como prioritários, pelo que as candidaturas apresentadas e aprovadas, bem como a utilização dos recursos financeiros disponíveis no município fossem encaminhados para a concretização de outros projectos.
Projectos determinantes para o futuro do concelho, a médio e longo prazo, foram preteridos em detrimento de obra de fachada com efeitos mais imediatos e com menos sustentabilidade, mas mais rentáveis do ponto de vista eleitoral.

Durante os últimos oito anos projectos estruturantes para o desenvolvimento económico do concelho como:

A dinamização e promoção da Zona Industrial da Cruz de Cristo;
A infraestruturação da Zona Industrial do Alto dos Bacêlos e consequente disponibilização de lotes de terreno;
Os Pólos Industriais das Freguesias de Orada e Rio de Moinhos;
O Ninho de Empresas;
O Parque de Feiras e Exposições;
Muitas vezes propagandeados no Boletim Municipal e inscritos nos Planos de Actividades não foram concretizados e alguns estão mesmo muito longe de poderem vir a ser desenvolvidos.

A Zona Industrial do Alto dos Bacêlos continua longe de ser uma realidade, durante estes últimos oito anos muito se falou mas nada se concretizou.
Foi elaborado um novo Plano de Pormenor, foram mandados efectuar novos projectos por muitos milhares de euros mas execução física nada.
Foi até estabelecida, há mais de um ano, uma parceria público/privada para facilitar e acelerar a infra-estruturação desta zona industrial, porque a Câmara reconheceu que já não dispunha de meios financeiros para avançar com uma obra desta natureza. (os recursos financeiros disponíveis e a capacidade de endividamento tinham sido absorvidas na execução de outros projectos)
Se a infraestruturação da Zona Industrial do Alto dos Bacêlos tivesse sido uma prioridade, se houve dinheiro e apoios comunitários para tudo, não teria havido para este projecto?
Aqui estamos na mesma situação da ETAR de Rio de Moinhos, não está feita mas a responsabilidade não é da Câmara Municipal mas sim da Empresa a quem a Câmara entregou as águas e o saneamento, no caso da Zona Industrial a responsabilidade deve ser do parceiro privado.

O Pólo Industrial de Orada tem parte das infra-estruturas realizadas há mais de um ano, mas as empresas não se instalam. Os preços dos terrenos são acessíveis? A freguesia está envelhecida? Faltam equipamentos colectivos que tornem a freguesia mais atractiva? Faltam planos de incentivos à fixação de pessoas e empresas?
Não estaria este Pólo Industrial vocacionado para instalação de empresas ligadas à promoção e valorização de produções locais?

O Pólo Industrial de Rio de Moinhos por enquanto não passa de projecto, nem sequer ainda foram adquiridos todos os terrenos necessários, mas é importante definir o que se pretende com este Pólo Industrial, como são dimensionados os lotes que tipo de empresas se vão privilegiar, como se vai dinamizar, que incentivos vão ser estudados etc…

O Ninho de Empresas que foi feito desta promessa? Comprou-se o Pavilhão na Zona Industrial da Cruz de Cristo para a instalação desta unidade há mais de quatro anos, o que correu mal e porque não foi executado?

Na Zona Industrial da Cruz de Cristo a Câmara continua com lotes disponíveis para instalação de empresas, porque não são vendidos? Não existem interessados? Os preços não são acessíveis? Não têm dimensão suficiente? São grandes demais?

O Parque de Feiras e Exposições ficou-se pela construção de um Pavilhão com custos de construção da ordem dos 4 milhões de euros e com um financiamento de apenas 600 mil euros, um projecto com custos demasiado elevados para as finanças da autarquia.

Nestes últimos oito anos não se fixaram no concelho novas empresas, antes pelo contrário, algumas fecharam portas e o número de empregos tem vindo a diminuir.

Durante os últimos oito anos a Câmara Municipal desresponsabilizou-se do seu papel dinamizador e potenciador do desenvolvimento económico do concelho.
Que outras intervenções propostas no PDM foram concretizadas ou iniciadas?

Unidades de Alojamento Turístico quantas novas surgiram?
Incentivos à promoção e valorização das produções locais o que foi feito? Onde estão os resultados?


O concelho de Borba tem que procurar tirar vantagens da sua localização favorável no que diz respeito a acessibilidades.

Acarinhando e potenciando os sectores principais da estrutura produtiva – Vinhos e Rochas Ornamentais temos que procurar novos sectores com vista à diversificação económica procurando atrair empresas tecnologicamente mais avançadas, potenciadoras de criação de postos de trabalho.
O sector da logística deve também ser uma aposta bem como a promoção turística do concelho e da região, potenciando a criação de empresas ligadas ao desenvolvimento de actividades turísticas e de lazer bem como ao aumento da capacidade de alojamento turístico.

Joaquim Serra Silva

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Autárquicas 2009 - Balanço do Mandato 2005/2009

Aproxima-se o final do mandato autárquico 2005/2009, pelo que é legitimo que os diferentes partidos ou coligações façam o balanço destes quatro anos de actividade autárquica.

A CDU procura neste curto balanço analisar algumas questões fundamentais e não apresentar um balanço exaustivo deste período.

O mandato autárquico não pode única e exclusivamente ser avaliado pelo volume de obra apresentado; tem que ser avaliado nas suas diferentes componentes que passam pelo modo de funcionamento dos órgãos, pela organização e funcionamento dos serviços, pelo respeito, valorização e formação dos funcionários e colaboradores, pela definição de prioridades de intervenção, pelo rigor financeiro da gestão, pela utilização, rentabilização e sustentabilidade dos investimentos feitos, pela melhoria efectiva das condições de vida da população, pelo contributo desses investimentos na dinamização e estimulo ao crescimento económico, pelo apoio ao movimento associativo etc…

Á semelhança do mandato anterior, o funcionamento da Câmara caracterizou-se por um modelo Presidencialista Absolutista, ignorando muitas vezes a existência do Órgão Colegial Câmara Municipal constituído por quatro eleitos do PS e um eleito da CDU.

Este modelo levou a um profundo desrespeito pelo cumprimento do estatuto de oposição e mesmo pelos eleitos em minoria.

Várias vezes solicitado, nunca foi disponibilizado ao vereador eleito pela CDU um espaço de trabalho no edifício, conforme a lei determina; nunca lhe foram facultados meios essenciais ao desempenho do cargo para que foi eleito.

Apesar de solicitado por diversas vezes, nunca foi disponibilizado um espaço no Boletim Municipal para permitir o esclarecimento dos munícipes, sobre as diferentes posições tomadas em desacordo com a maioria, nunca foram apresentadas nesse mesmo boletim as diferentes declarações de voto, nem sequer as inúmeras propostas apresentadas pela CDU, nem o resultado da votação dessas mesmas propostas.

Os documentos para discussão nas reuniões, quando enviados, são sempre no prazo mínimo permitido por lei; as alterações ás ordens de trabalhos para inclusão de novos assuntos, são uma imposição constante, não permitindo a devida análise e preparação dos temas.

Este modelo levou a que alguns eleitos do PS exerçam os cargos com prepotência e arrogância não só para com os eleitos de outras forças politicas, mas também para com alguns munícipes e funcionários da autarquia.

No que diz respeito a obra realizada não enterramos a cabeça na areia e fazemos que não a vimos. Existe obra, como existiu nos mandatos da CDU que o PS não reconhece.

Obra existe; o que não existiu nestes últimos oito anos foi um planeamento estratégico que permitisse definir prioridades nos investimentos feitos, que possibilitasse que os recursos financeiro postos á disposição do município fossem aplicados criteriosamente em projectos prioritários, projectos que dinamizassem a actividade económica local e regional, projectos que potenciassem investimento privado, que levassem á criação de postos de trabalho e á fixação e atracção de população, projectos que dessem resposta aos principais problemas da população residente; estamos num concelho com mais de 50% da população reformada, parte significativa com pensões baixas; precisaríamos ter tido, por parte da autarquia, verdadeiros projectos de intervenção comunitária capazes de responder em equipamentos necessários ao apoio a este sector desfavorecido.

A obra está feita; parte dela ainda não funciona, ou funciona parcialmente, mas não está paga.

Pode questionar-se o modo como estas obras são definidas, preparadas e executadas:
Veja-se o caso da Ampliação do Mercado Municipal de Borba (8 anos de obra) com que custos?
O Pavilhão de Eventos; não discutimos a necessidade, mas discutimos os montantes envolvidos quer no projecto quer na obra e mesmo no financiamento (4 milhões de euros);
A piscina coberta, concluída há cerca de um ano, ainda não funciona, nem condições tem para isso;
O Edifício do Hospício recuperado e fechado;
O Palacete dos Mellos só parcialmente ocupado;
E o que ficou por fazer?
Centro Comunitário de Rio de Moinhos;
Jardim de Rio de Moinhos;
Pólo Industrial de Rio de Moinhos;
Loteamentos Habitacionais em Rio de Moinhos;
Etar de Rio de Moinhos;
Parque de Feiras e Exposições de Borba;
Centro Comunitário de Orada;
Zona Industrial do Alto dos Bacêlos;
Piscinas Municipais;
Etc…

Qual vai ser o Futuro do Concelho com a actual situação financeira da Câmara, com uma dívida que se aproxima dos 20 milhões de euros gerando encargos bancários anuais superiores a um milhão de euros?

Passados estes oito anos com mais de 100 milhões de euros á disposição do actual executivo será que estamos melhor?

O desemprego no concelho atinge taxas significativamente elevadas;
Os jovens não encontram lotes de terreno a preços acessíveis para se fixar;
A lista de espera de idosos para lares de terceira idade continua a aumentar;
Não se instalou nenhuma empresa no concelho, ao contrário assistimos ao encerramento de muitas;
O nº de famílias dependentes de programas ocupacionais cresceu;
O desinteresse pelas áreas sociais foi evidente;
Aumentou a pressão fiscal sobre os munícipes;
Entregou-se a gestão da água e saneamento a uma empresa externa com as consequentes subidas de preços;
Os preços dos terrenos municipais para habitação e indústria subiram de preço.

Em suma consideramos negativo o mandato da maioria socialista nos órgãos autárquicos do concelho de Borba.

Joaquim Serra Silva

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

CDU Entrega Listas às Autárquicas no Tribunal



A CDU, Coligação Democrática Unitária, entregou na tarde do dia 13 de Agosto, no tribunal de Vila Viçosa, as listas concorrentes às Eleições Autárquicas 2009.