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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Comunicado da Comissão Concelhia do PCP


Dezembro/2012

Comunicado
A Comissão Concelhia de Borba do PCP analisando a grave situação em que se encontra o país, constata que este é o resultado de 36 anos de políticas de direita responsabilidade do PSD/PS e CDS, agora expressas no pacto de agressão, instrumento para aumentar a exploração, o desemprego, a pobreza. Tiram aos que menos têm para dar aos grandes grupos económicos. No concelho de Borba as pessoas vivem cada vez mais mal. O trabalho não existe, são enormes as dificuldades na pequena indústria e construção civil, aumentam aceleradamente os despedimentos e salários em atraso no setor dos mármores...

LEIA AQUI O COMUNICADO NA ÍNTEGRA

quinta-feira, 1 de março de 2012

Marmetal (Mármores) - A Luta dos trabalhadores foi vitoriosa!

A luta e a unidade dos trabalhadores, levou-os a sair vitoriosos nas suas reivindicações. Esta vitória dos trabalhadores da Marmetal e da Magrimar, os quais apenas exigiam os seus direitos mostra que quando se luta podemos ganhar, quando não se luta perde-se sempre. Estes trabalhadores exigiam os seus direitos a que a empresa não se queria comprometer.A justa e legítima paralisação durou 1 dia (22 de Fevereiro) e todos os valores em dívida foram pagos aos trabalhadores. Se não fosse a sua luta ainda hoje se mantinha a mesma situação, pois a administração semana após semana não dava resposta. A Comissão Concelhia de Borba do PCP saúda a luta vitoriosa dos trabalhadores e manifesta-lhe a sua solidariedade, reafirmando que sempre estará ao seu lado. A Comissão Concelhia de Borba do PCP exorta os trabalhadores da Marmetal e da Magrimar a participarem na greve geral do próximo dia 22 de Março.
A Comissão Concelhia de Borba do PCP

domingo, 3 de julho de 2011

COMUNICADO DA CDU

Porque a construção do novo Centro Escolar de Borba nos suscita sérias dúvidas quanto à relação custos/benefícios, em 22 de Junho de 2011, os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Borba propuseram que fosse deliberada uma recomendação à Câmara Municipal, que possibilitasse uma análise e reavaliação aprofundada do assunto, com base nos aspectos que consideramos negativos: ...


Leia comunicado na íntegra AQUI

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Comunicado da Comissão Concelhia do PCP

Moções apresentadas pela CDU, em defesa do direito ao transporte de doentes e acesso a cuidados de saúde, aprovadas em Reunião de Câmara e Assembleia Municipal.


Borba, 23 de Fevereiro de 2011


Leia comunicado na íntegra AQUI.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Comunicado DOREV - Sobre os sistemas de Águas e Saneamento do Centro Alentejo

Tal como o PCP afirmou desde o início, o processo de privatização da água e do saneamento através do sistema multimunicipal apenas satisfaz interesses económicos privados, prejudicando populações, as autarquias e o interesse de preservação da água como bem público.
Depois de em 2004 ter avançado com o processo de privatização, a posição da gestão PS de Évora agora assumida confirma que a privatização servia apenas os interesses do negócio da empresa Águas do Centro Alentejo, tendo sido frustradas todas as expectativas criadas e promessas feitas às populações, nomeadamente a da garantia de qualidade da água fornecida.
O Sistema de Águas e Saneamento do Centro Alentejo tem a sua viabilidade e a sua utilidade posta em causa, independentemente do que Ministra do Ambiente venha a decidir sobre o assunto. A cessação da concessão por parte do Município de Estremoz e de Évora e a não adesão de Portel e Vila Viçosa arrasa um sistema que, dadas as premissas em que se baseia, o PCP sempre afirmou ser inviável.
A decisão agora tomada pela Câmara Municipal de Évora fundamenta-se, entre outros aspectos, na falta de cumprimento por parte do SAS do Centro Alentejo/AdP do contrato então assinado, nomeadamente:

• A não conclusão das infraestruturas previstas no plano de concessão;
• A falta de qualidade da água, com valores de cooro residual muito baixos não dando garantias da potabilidade da água, situação que permanece;
• E, ainda, as tarifas anualmente utilizadas.
• E ainda, a pretensão da maioria PS do município entregar igualmente a baixa, conforme previsto no protocolo assinado em Setembro de 2009

A Direcção da Organização Regional de Évora do PCP, lembra que no início dos anos 2000 os municípios do distrito apresentaram, através da Associação de Municípios do Distrito de Évora, um modelo alternativo que mantivesse a capacidade de decisão no poder local, mas essa possibilidade foi inviabilizada pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates, então Ministro do Ambiente.
Na altura o próprio Sócrates veio reunir com os municípios do distrito acabando por envolver no seu plano os municípios PS a que se juntou o município do Redondo.
Desta decisão resultaram várias rupturas no distrito, provocando o atraso de uma década no modelo defendido pela maioria das autarquias do Alentejo.

A Direcção da Organização Regional de Évora do PCP disse então: “ deixamos o nosso alerta aos trabalhadores e ao povo do distrito para esta grave ameaça que paira sobre os concelhos onde o PS é maioria e apelamos a todos os eleitos para que, no respeito pelos interesses das populações que representam, rejeitem esta manobra que visa transformar o abastecimento de água e o saneamento básico numa fonte de negócios e clientelismo”.
Passados estes anos verifica-se que tínhamos razão.

Pela nossa parte intervimos com determinação na defesa dos sistemas intermunicipais, que salvaguardem a natureza de serviço público da água, e na exigência do respeito pela autonomia e competências do Poder Local Democrático.
A Direcção da Organização Regional de Évora do PCP reafirma o seu empenho e determinação na luta pela defesa de abastecimento de água pública para consumo humano, apela às populações envolvidas por este sistema que lutem contra a usurpação do serviço público. O PCP através do seu Grupo Parlamentar e do Deputado João Oliveira vai de imediato questionar o Ministério do Ambiente.
A DOREV do PCP considera que se impõe no respeito pela autonomia do Poder Local e pela qualidade de vida das populações, um debate e uma campanha de sensibilização em defesa da água pública, pelo que considera valioso o trabalho desenvolvido pelo Movimento em defesa da água pública, o qual certamente vai intensificar a sua acção perante a gravidade da situação.
A DOREV do PCP considera o que está em causa não é apenas um negócio feito pelo Partido Socialista/Sócrates, mas também uma questão de saúde pública, devido à qualidade da água. Assim reiteramos total disponibilidade na luta pela defesa da Água Pública, lutando contra a sua privatização o que se tornaria não só muito oneroso aos bolsos das populações, como mais um ataque a um bem essencial á vida, pertença de todos e não de alguns.

Finalmente o PCP considera que quaisquer que sejam os desenvolvimentos sobre o sistema de águas do Alentejo Central, estes não podem, em momento algum, pôr em causa o normal abastecimento de água às populações servidas por este sistema.

A DOREV do PCP
Redondo 11 de Dezembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Município corta apoio financeiro aos Serviços Sociais dos Trabalhadores da Autarquia

Às duras medidas impostas pelo governo PS/Sócrates contra os trabalhadores da administração local – congelamento de progressões, congelamento e redução salarial, cortes nos abonos de família, aumento da comparticipação para a Caixa Geral de Aposentações, entre outras – junta-se agora uma nova medida imposta pelo PS/Sá que visa cortar o financiamento aos Serviços Sociais. Com esta decisão do município será retirada toda a sustentabilidade aos Serviços Sociais, impossibilitando-os de desenvolverem o apoio prestado aos seus associados, nomeadamente em termos de comparticipações na área da saúde.
O argumento que esta medida visa reduzir a despesa corrente do município é pura demagogia, quando é conhecido que o presidente, que corta cerca de 7000 euros de apoio por ano aos trabalhadores, não teve a mesma preocupação quando contratou o aluguer de uma viatura para uso pessoal, que custa ao município 1000 euros mensais, ou seja 12000 euros por ano. Este mesmo presidente não teve a mesma preocupação, de reduzir despesas correntes, quando decidiu contratar os serviços da empresa da sua cunhada para apoio ao seu gabinete pessoal, por um montante a rondar os 2000 euros por mês, num total de 24000 euros anuais.
A célula do PCP condena as opções políticas da maioria PS na câmara, que nunca tiveram em conta a valorização dos trabalhadores, e que prejudicam claramente as suas vidas e dos seus familiares.
Reafirmamos a necessidade da unidade de todos os trabalhadores na defesa dos seus direitos e apelamos à participação na manifestação nacional da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, do próximo dia 6 de Novembro, bem como na forte adesão à grande Greve Geral de 24 de Novembro.



quarta-feira, 16 de junho de 2010

Não ao Encerramento das Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico!

O Governo PS anunciou o encerramento das escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico com menos de 20 alunos. A aplicação desta medida fecha mais de uma centena de escolas no Alentejo, 46 no distrito de Évora. No concelho de Borba esta medida afecta directamente as crianças e população das freguesias de Orada e Santiago Rio de Moinhos (Nora).

Trata-se de um ataque sem precedentes contra a escola pública. Em nome do combate ao insucesso escolar, esconde-se a grande motivação desta reorganização escolar, uma solução meramente administrativa e economicista, não se lhe vislumbrando qualquer racionalidade pedagógica.

O encerramento das escolas do 1º ciclo prejudica gravemente os alunos, os pais, a comunidade:

• Afastam-se os alunos em tenra idade do seu habitat escolar e familiar – quebrando relações de apoio e acompanhamento essenciais;
• Extinguem-se postos de trabalho, aumentam-se os custos de transporte;
• Empobrece-se a dimensão educativa, social e cultural das freguesias, reforçando o seu isolamento e dependência;
• Abandona-se o único espaço que anima e preserva o meio rural, enquanto pólo privilegiado de participação da comunidade.

É necessário, é urgente, é fundamental dizer basta a esta situação.

Entendemos existir outro caminho para o crescimento das nossas crianças, para o seu desenvolvimento educativo, social e cultural, para o bem-estar integrado das comunidades. A Comissão Concelhia de Borba do Partido Comunista Português reafirma a sua intenção de intensificar a luta contra estas medidas, apelando à acção decidida e determinada de todos, população, professores, funcionários e comunidade educativa.

A Comissão Concelhia PCP Borba

domingo, 30 de maio de 2010

Queijarias do Concelho – que futuro?

No dia 30 de Abril a Dra. Ilda Figueiredo, eurodeputada do PCP, visitou o Concelho de Borba. Da agenda constou uma reunião de trabalho com a Associação Aqua D`Ossa, e uma visita guiada a duas queijarias. Da reunião com os associados, perfilaram-se um conjunto de preocupações, que carecem de resolução urgente, tal a gravidade que esta comporta para a organização económica e social da zona. Com efeito, os queijeiros deparam-se com graves problemas:

• Tratamento autónomo dos resíduos das queijarias;
• A comercialização dos seus produtos;
• As dificuldades em salvaguardar os actuais 100 postos de trabalho;

Da parte da Câmara Municipal de Borba não tem existido vontade de resolver estas questões, promovendo esta, o jogo do gato e do rato, com um objectivo claro: ludibriar os interesses dos queijeiros e da população. Veja-se a proposta apresentada pela Câmara aos queijeiros para a construção da ETAR – equipamento que legalizava e resolveria o tratamento autónomo dos resíduos das queijarias - na qual, imputa a cada queijeiro o pagamento de 45.000 €. Este valor a ser assumido pelos produtores de queijo levaria à completa falência e ruína das empresas ainda resistentes, e à consequente perda de postos de trabalho. Esta situação é ainda mais intolerável, pela existência, quer no Ministério do Ambiente, quer no Ministério da Agricultura, de meios disponíveis que permitiam, assim existisse vontade política, da parte do Governo, da Câmara Municipal e das Águas do Centro Alentejo, (dona e exploradora da obra), a solução dos actuais problemas. Caso tal não aconteça, o PCP responsabiliza desde já, as 3 entidades pela perda de mais de 100 postos de trabalho, facto que se prefigura como uma enorme irresponsabilidade, tendo em conta a grave situação que o País atravessa, graças às políticas dos próprios.
A Comissão Concelhia do PCP exige que a Câmara Municipal de Borba, apoie os pequenos produtores de queijo, por entender, tratar-se de uma medida essencial para o desenvolvimento económico e social da freguesia de Santiago Rio de Moinhos, única forma de evitar o encerramento de importantes unidades produtivas, o desemprego de mais trabalhadores, o contínuo despovoamento do concelho.

A Comissão Concelhia


Noticia relacionada aqui

sábado, 15 de maio de 2010

Comunicado Comissão Concelhia de Borba do PCP

AOS UTENTES DO CENTRO DE SAÚDE DE
ESTREMOZ

(A SAÚDE FICOU MAIS CARA)

Quando o Governo anunciou, no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), que pretende diminuir em 715,3 milhões de Euros as despesas com a saúde até 2013, fica claro que o fará à custa dos utentes e reduzindo os encargos com o Serviço Nacional de Saúde.

Quando o Governo decide centralizar os serviços de saúde, como aconteceu recentemente com os agrupamentos dos Centros de Saúde, não o faz para melhorar a prestação de serviço aos cidadãos, mas para lhes criar mais dificuldades e aumentar as contribuições destes, indo contra a Constituição da República.

Por exemplo, no Agrupamento de Centros de Saúde da área de Estremoz, e porque o Centro de Saúde foi designado de Serviço de Urgência Básica (SUB), embora o serviço que presta seja igual ao anterior, as taxas moderadoras sofrem um aumento de 127% isto é, passam de 3,70 € para 8,40 €, e cada meio complementar de diagnóstico sobe de 0,00 € para 3,50 €, embora aqui possam ser variáveis.

Esta situação afecta todos os utentes de todos os concelhos, onde se inclui Borba, quando se dirigem à urgência em Estremoz.

Estamos perante uma clara evidência da aplicação do PEC, sacrificando os que já pouco têm e a uma desresponsabilização do Estado para com os seus cidadãos. O PEC que teve como mentor o Partido Socialista e o apoio da direita.

As populações que utilizam o Centro de Saúde de Estremoz têm um caminho que é lutar contra esta injustiça e mobilizarem esforços para protestarem contra este atento à saúde dos cidadãos.

O Partido Comunista Português assume o compromisso com a população de Borba, em dar voz ao seu protesto na Assembleia da Republica e nos órgãos autárquicos dos Concelhos envolvidos. Será com a luta dos trabalhadores e das populações que podemos fazer a ruptura com esta politica e criar condições para um novo rumo para Portugal. O PCP apela à participação de todos na grande manifestação de 29 de Maio em Lisboa (autocarros organizados a partir de Borba às 10.00h em frente à Câmara Municipal) promovida pelo movimento sindical unitário, por melhores condições de vida para o povo português.

Maio de 2010

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Festa da Vinha e do Vinho – Que Futuro?



A Festa deste ano era aguardada com enorme expectativa, pois seria o primeiro ano em que esta se realizaria num espaço especialmente concebido para o efeito, o “Pavilhão Multiusos”.
O “Pavilhão Multiusos “- de multiusos apenas poderá ter o nome – confirmou o que o PCP sempre disse: o projecto era demasiado caro para as soluções que iria apresentar. Por quatro milhões de euros esperava-se muito mais desta infra-estrutura e uma maior possibilidade de utilização e polivalência.

O projecto Festa da Vinha e do Vinho de Borba foi desenvolvido a partir do reconhecimento de um produto de excelência, o vinho. A sua promoção aliou-se às potencialidades turísticas e gastronómicas do concelho, ao seu património natural, arquitectónico e cultural, enfim, às suas gentes e saberes.
As primeiras edições da Festa da Vinha e do Vinho procuraram que estes objectivos fossem alcançados, não fechando a Festa num único espaço, antes diversificando os locais e as iniciativas, através da realização de exposições e espectáculos em diferentes espaços de elevado valor arquitectónico, procurando que toda a vila e todos os Borbenses se sentissem em festa, na sua Festa.

Os espaços de exposição no interior dos Pavilhões estavam destinados à promoção e venda de produtos locais e regionais - enchidos, queijos, pão e azeite - e igualmente, à divulgação do artesanato local e regional nos seus diversos materiais - cortiça, madeira, barro e outros – complementando-se esta oferta sempre que possível, com demonstrações ao vivo.
O espaço destinado às tasquinhas era entregue às tascas da região, na sua maioria representantes do concelho de Borba, envolvendo-os na promoção da gastronomia local e regional, através da feitura e apresentação de pratos e petiscos tradicionais.
Os vinhos eram o patrono da Festa e por isso estavam sempre em lugar de destaque. A sua representação, quer em número de adegas, quer em número de marcas foi sempre crescendo ao longo dos anos. Nestes, mereciam lugar de destaque, os produtores do concelho, assumindo-se alguns, como patrocinadores, e outros - a Adega Cooperativa – como membro da comissão organizadora.

Podemos, pois concluir, que a Festa da Vinha e do Vinho desempenhou um papel extremamente importante na vinda de novos visitantes regionais, nacionais e internacionais à descoberta do concelho, dos seus produtos, da sua gastronomia, do seu património, das suas gentes, numa festa construída para mostrar Borba e o que de melhor temos para oferecer a quem nos visita e procura.

As últimas edições da Festa da Vinha e do Vinho têm vindo a descaracterizar o evento, e hoje assistimos à realização de uma iniciativa que cada vez mais se assemelha com todas as outras. É preciso parar para pensar.

Os produtos e os produtores locais – enchidos e queijos - estão cada vez menos representados na Festa. Porquê?
Onde estão as tascas do concelho? Será que os visitantes da Festa da Vinha e do Vinho vem às tascas da Festa à procura de Leitão à Bairrada? De posta Maronesa? Ou vem à procura da gastronomia alentejana, das migas, das burras, do ensopado, da caça etc.…
Como se justifica a inusitada promoção da Ginjinha de Óbidos, atribuindo-lhes os melhores espaços da Festa, enquanto se retira visibilidade aos Vinhos colocando-os no segundo piso? E o Vinho Licoroso de Borba não será o produto a valorizar em detrimento da Ginjinha?
O espaço atribuído ao artesanato deve continuar com o actual modelo, no qual se valoriza apenas o número de participantes ou devidamente organizado a partir de uma selecção criteriosa baseada na qualidade, autenticidade, tradicionalidade e singularidade?

Para o PCP, a marca Festa da Vinha e do Vinho está inegavelmente construída a partir dos saberes e sabores locais, factor preponderante para o desenvolvimento local sustentável. A Festa tem potencial para crescer, se apostar na diferença e não se apropriar de modelos generalistas presentes um pouco por todo o País.
A Festa tem que crescer com os produtos e os produtores do concelho e da região, com as tascas e a gastronomia local e regional, por ser isso que os visitantes procuram. Não foi, não pode ser e se depender do PCP não será, um espaço para vaidades de quem sempre criticou os seus princípios e que a pouco e pouco, graças à pouca capacidade, a vai desmantelando, descaracterizando, matando.

É com o PCP que os Borbenses podem Contar!

A Comissão Concelhia PCP

Borba, 18 de Dezembro 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

É com o PCP que os Borbenses podem Contar!



Na passada segunda-feira, 2 de Novembro, fomos alertados para as sucessivas descargas de esgotos na linha de água junto à Horta de Manchões. Em sequência desta informação, desencadeámos um processo de averiguações, apurando-se que os referidos dejectos provinham da ETAR da Nora, obra em fase de construção responsabilidade das Águas do Centro Alentejo. Esta situação cujos contornos têm provocado enorme constrangimento e revolta nos moradores da Horta de Manchões, tem também mobilizado a acção do PCP. A juntar ao repugnante cheiro e óbvio prejuízo ambiental na fauna e flora da zona, assim como, das áreas de cultivo agrícolas contíguas, está a iminente contaminação da Albufeira do Roque, recurso hídrico de grande valor ambiental, económico e social. Atendendo a estas circunstâncias, e consciente das suas responsabilidades, o Vereador eleito pela CDU, alertou em reunião de Câmara de 4 de Novembro, para a gravidade de tal situação propondo uma linha de trabalho assente em três pontos: 1) que se procedesse a uma acção de fiscalização para o devido esclarecimento; 2) se tomassem as medidas necessárias para se apurarem responsabilidades; 3) se providenciasse a imediata limpeza da linha de água.
Até agora nada foi feito, nada foi explicado, nada foi esclarecido. As populações continuam com o problema. A degradação ambiental provocada pelas descargas de efluentes nas linhas de água junto à Horta de Manchões é o exemplo claro dos procedimentos adoptados por “serviços públicos” sem rosto. A privatização da água em Borba (gestão das Águas do Centro Alentejo), situação que teve, tem e terá o total desacordo do PCP, traz este e outros problemas, na degradação e desresponsabilização ambiental, mas igualmente, na diminuição da qualidade da água e no aumento do valor a pagar pela sua utilização.
A Concelhia do PCP Borba apoia as justas reivindicações dos moradores da Horta de Manchões expressas no abaixo-assinado entregue aos órgãos autárquicos, disponibilizando-se para resolver este e outros problemas que prejudiquem a causa ambiental, a saúde pública e os direitos legítimos das populações.

A Comissão Concelhia PCP

Borba, 09 de Novembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Comunicado Comissão Concelhia PCP Borba

P.S. em Borba
Quero, Posso e Mando

A Câmara de Borba, ao contrário do que o seu Presidente pensa, afinal não está acima da Lei.

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, deu como provado a violação do Plano Director Municipal (PDM) bem como do Plano Director Municipal – Revisto, por parte da Câmara Municipal de Borba.

Em causa está a localização escolhida para o realojamento das famílias de etnia cigana.

A revisão do PDM de Borba definiu, por aprovação da maioria PS, que o terreno em causa seria para instalação de equipamentos de apoio a uma futura ecopista a construir sobre a linha de caminho de ferro e não para instalação, mesmo que provisória, de um conjunto de moradias pré-fabricadas para realojamento de famílias de etnia cigana.

Acontece que a Revisão do PDM foi aprovada, quando a Câmara já tinha visto serem embargadas pela CCDRA em 19-10-2004 as obras que efectuou para preparação do terreno, pelo que em sede da Revisão do Plano poderia ter resolvido a questão.

Mas o Sr. Presidente, apesar de alertado nas Reuniões de Câmara, pelo vereador eleito pela CDU, para os actos de violação do PDM que praticava, insistiu na sua ideia e agora tem o resultado da sua politica do quero posso e mando.

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja declarou nulos os actos praticados pelo município que levaram á construção no terreno de infra-estruturas de água canalizada, esgotos, electricidade, abertura e enchimento de alicerces de pedra, cimento e ferro bem como a implantação das casas pré fabricadas.

O mesmo Tribunal condenou ainda o município a dar ao terreno o uso previsto em PDM (equipamentos de apoio á ecopista) e a remover do local tudo o que estiver em conflito com o destino legal.

Estamos a falar de um processo que envolve várias entidades e no qual já foram investidos 500 mil euros aproximadamente.

A forma como este processo foi e é conduzido só tem levantado problemas para os diversos agentes e arrasta a resolução do problema.

A maioria PS na Câmara e Assembleia Municipal impondo a Suspensão do PDM de Borba, para tentar não cumprir a sentença do Tribunal e legitimar a violação do PDM por parte de quem deveria zelar pelo seu cumprimento abriu um grave precedente e criou potenciais descriminações entre a Câmara e os Municipes.

A CDU nos diversos órgãos votou contra estes procedimentos e condena, sem reservas, o comportamento da maioria PS.

Mais CDU, Mais confiança por BORBA.

Borba, 17 de Setembro 2009

Consulta aqui Declaração de Voto dos eleitos CDU na Assembleia Municipal

quarta-feira, 24 de junho de 2009

CDU: uma força a crescer em Borba, com toda a confiança

A Comissão Concelhia do PCP saúda todos os Borbenses que de uma forma empenhada, solidária e decidida, levaram a luta até ao voto nas eleições europeias, condenando inequivocamente as políticas de direita prosseguidas pelo governo PS.
A onda de confiança que varreu o país e o distrito, também passou por Borba, reunindo activistas, homens e mulheres, que não se acomodaram ás dificuldades. A uma campanha activa e determinada na rua, juntámos-lhe a autenticidade que nos caracteriza, assumindo-nos como uma força alternativa ao dispor do povo.
Fomos a única força politica preocupada com os verdadeiros interesses dos Borbenses, pois fomos os únicos que para além do voto, procurámos informar e esclarecer o que realmente estava em causa nas eleições europeias. Organizámos uma sessão de esclarecimento, realizámos arruadas e distribuição de documentos, colocámos cartazes e pendões por todo o concelho.
O sinal de mudança chegou a Borba. O eleitorado não só penalizou as políticas levadas a cabo pelo Governo PS, mas também, o desgoverno da maioria PS na autarquia.
Estes resultados e o reforço da CDU em número de votos e percentagem, indiciam claramente que se iniciou um caminho de mudança que, esperamos nós, termine com a derrota do PS nas autárquicas do próximo Outono.
O caminho faz-se caminhando, e para isso é preciso, é necessário, é urgente maior afinco na jornada que todos temos pela frente. A vontade daqueles que querem a mudança, a esperança daqueles que querem a ruptura, têm em nós os seus humildes representantes.
Acreditamos que é possível uma vida melhor, a começar já nas eleições legislativas, combatendo as políticas que promovem a desigualdade e o desemprego e nas autárquicas, combatendo com alma, cabeça e coração a política do betão.

Mais CDU, Mais confiança por BORBA.

A Comissão Concelhia PCP

Borba, 23 de Junho 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Desemprego Dispara no Concelho de Borba Presidente da Câmara não está preocupado





“Em Novembro de 2008, foi Borba o Concelho que registou maior crescimento do numero de desempregados inscritos nos centros de emprego, comparando com igual período do ano passado.”
Expresso, 31 Janeiro de 2009

A RTP transmitiu no Telejornal de 10 de Fevereiro de 2009 um conjunto de depoimentos de Borbenses desempregados.

Como já se sabia o desemprego disparou no concelho de Borba; em Dezembro de 2008 segundo dados do IEFP estavam inscritos 255 desempregados, salientando-se a acentuada redução de emprego no sector dos mármores.

Os factos desmentem as declarações do Sr. Presidente da Câmara ao Expresso de 31 de Janeiro de 2009, que diz não ver motivo para alarme, e que “nós costumamos desenrascar” “ …arranjando uns planos ocupacionais, uma espécie de saída de emergência para os desempregados mais persistentes”.

O Sr. Presidente não está preocupado com o aumento do desemprego. Durante oito anos, para além da propaganda, não tomou quaisquer medidas para assegurar emprego e fixar população no concelho.

No Sector dos Mármores o desemprego aumenta e as dívidas por parte dos patrões aos trabalhadores vai crescendo de mês para mês e o Sr. Presidente diz que não há razão para preocupações.

A Zona Industrial da Cruz de Cristo não foi dinamizada nem disponibilizados, a preços acessíveis, os lotes ainda existentes;

A Zona Industrial do Alto dos Bacêlos não passou de estudos e mais estudos, reconhecendo agora o Sr. Presidente não ter meios para a executar, e, por isso, estar dependente de parceiros privados;

O Ninho de Empresas para o qual se adquiriu o Pavilhão na Zona Industrial da Cruz de Cristo, aguarda melhores dias.

Os Pólos Industriais para as Freguesias de Rio de Moinhos e Orada foram apenas promessas.

Estes projectos apesar de estruturantes e elegíveis a financiamento comunitário não foram prioridade, revelando por parte do Sr. Presidente da Câmara e da maioria PS que o suporta, uma total ausência de estratégia que permita manter e criar emprego no concelho.

O Partido Socialista em Borba à semelhança do Governo PS promove a desigualdade, o desemprego e a precariedade.

A Comissão Concelhia de Borba

Borba, 10 de Fevereiro de 2009