quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Loteamento de Santiago

Descubra as diferenças...

01-01-2007

22-02-2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Desemprego Dispara no Concelho de Borba Presidente da Câmara não está preocupado





“Em Novembro de 2008, foi Borba o Concelho que registou maior crescimento do numero de desempregados inscritos nos centros de emprego, comparando com igual período do ano passado.”
Expresso, 31 Janeiro de 2009

A RTP transmitiu no Telejornal de 10 de Fevereiro de 2009 um conjunto de depoimentos de Borbenses desempregados.

Como já se sabia o desemprego disparou no concelho de Borba; em Dezembro de 2008 segundo dados do IEFP estavam inscritos 255 desempregados, salientando-se a acentuada redução de emprego no sector dos mármores.

Os factos desmentem as declarações do Sr. Presidente da Câmara ao Expresso de 31 de Janeiro de 2009, que diz não ver motivo para alarme, e que “nós costumamos desenrascar” “ …arranjando uns planos ocupacionais, uma espécie de saída de emergência para os desempregados mais persistentes”.

O Sr. Presidente não está preocupado com o aumento do desemprego. Durante oito anos, para além da propaganda, não tomou quaisquer medidas para assegurar emprego e fixar população no concelho.

No Sector dos Mármores o desemprego aumenta e as dívidas por parte dos patrões aos trabalhadores vai crescendo de mês para mês e o Sr. Presidente diz que não há razão para preocupações.

A Zona Industrial da Cruz de Cristo não foi dinamizada nem disponibilizados, a preços acessíveis, os lotes ainda existentes;

A Zona Industrial do Alto dos Bacêlos não passou de estudos e mais estudos, reconhecendo agora o Sr. Presidente não ter meios para a executar, e, por isso, estar dependente de parceiros privados;

O Ninho de Empresas para o qual se adquiriu o Pavilhão na Zona Industrial da Cruz de Cristo, aguarda melhores dias.

Os Pólos Industriais para as Freguesias de Rio de Moinhos e Orada foram apenas promessas.

Estes projectos apesar de estruturantes e elegíveis a financiamento comunitário não foram prioridade, revelando por parte do Sr. Presidente da Câmara e da maioria PS que o suporta, uma total ausência de estratégia que permita manter e criar emprego no concelho.

O Partido Socialista em Borba à semelhança do Governo PS promove a desigualdade, o desemprego e a precariedade.

A Comissão Concelhia de Borba

Borba, 10 de Fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Análise da Realidade Local

(…) Em Novembro, foi Borba o concelho que registou maior crescimento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego, comparando com igual período do ano passado.(…)

(…) porém, o presidente (Câmara) não vê motivo para alarme. “Sinceramente, não compreendo esses números”(…)

Jornal Expresso


(…) “o orçamento define como visão estratégica central afirmar Borba como um concelho competitivo, coeso, sustentável e inovador, uma referência de desenvolvimento no Alentejo. Uma visão fundamentada no conhecimento da situação social, económica e territorial do concelho e na avaliação das suas potencialidades e oportunidades. (…)

Orçamento 2009- www.cm-borba.pt

domingo, 1 de fevereiro de 2009


Resultado:

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Convocatória - Plenário da CDU



07 de Fevereiro, 15 horas

Centro de Trabalhos do PCP – Borba

Ordem de Trabalhos

1. Eleições Autárquicas 2009
2. Vários

Participa!

A Comissão Coordenadora CDU

domingo, 21 de dezembro de 2008

Boas Festas

Chove. É Dia de Natal

Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

A Coligação Democrática Unitária (CDU) de Borba saúda todos os Borbenses nesta quadra festiva desejando-lhes um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de sucessos com mais justiça social e solidariedade.
Bom Ano Novo de 2009

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FESTA ESTRANHA (2)




A Festa da Vinha e do Vinho é o momento anual em que Borba recebe mais visitantes. Os objectivos que estiveram na sua criação, afirmaram-se ao longo do tempo, como pilares para a construção de uma identidade singular e genuína. A promoção do vinho e suas práticas sociais e culturais, a valorização das potencialidades endógenas, como os Produtos Regionais, o Artesanato e a Gastronomia, assumem-se como referências de importância inquestionável para a economia local.
A Marca Festa da Vinha e do Vinho está inegavelmente construída a partir dos saberes e sabores locais, factor preponderante no desenvolvimento local sustentável.
Reunir à volta destes princípios milhares de visitantes foi um longo caminho. Dos obstáculos e dificuldades criaram-se dinâmicas e práticas, fruto do envolvimento e trabalho de todos os Borbenses.
De há uns anos a esta parte, e sempre num contínuo, temos assistido à descaracterização da Festa.
• Fim da produção de vinho com rótulo da Festa;
• Contínua perda de participantes em stand no Artesanato e Artefactos;
• Ausência de stands de promoção e venda de Produtos Regionais, nomeadamente, queijos e enchidos;
• Implementação de um processo de mercantilização, visível na promoção e venda de produtos/serviços desenquadrados das características da Festa;

São claros e inequívocos os sinais de perda de identidade da Festa. Tudo aquilo que a diferenciava, pela sua originalidade e defesa de valores locais tem sido consumido pela incompetência e irresponsabilidade. Como entender que se disponibilizem stand`s para venda de aspiradores, mobiliário e sofás? Como entender que num claro atentado à promoção e valorização da Gastronomia Regional Alentejana se tenham apresentado nas tasquinhas pratos como a “Posta Mirandesa” ou Açorda de Marisco? Como entender que se promova a ginja, em vez do nosso e delicioso abafado?

Quem vem à Festa quer provar o vinho, os petiscos e pratos como a Sopa de Tomate, as Migas ou a açorda! Quem vem à Festa quer degustar e comprar os nossos afamados queijos e enchidos! Quem vem à Festa quer, enfim, descobrir os nossos produtos no seu contexto original.

A aposta nas potencialidades do concelho, nos produtos regionais, vinho, artesanato e gastronomia regional, aliado à valorização do Património Construído, Cultural Imaterial e Natural é a única forma de preservar a nossa Identidade. O reforço das actividades económicas locais, a promoção das especificidades do Território, assume a matriz de resistência aos efeitos dos processos de globalização. A Festa da Vinha e do Vinho é nessa medida, espaço para a autenticidade e qualidade, marca de ruralidade e diferenciação em relação a outros eventos.
Apregoar o sucesso que todos desejamos sem se avaliar responsavelmente estas e outras considerações é no mínimo …enganador. E quem se engana a si próprio, mais facilmente engana os outros.
Que todos possamos daqui retirar ilações. A Festa é de todos os Borbenses e tem que impreterivelmente, servir para apresentar o que melhor temos e fazemos. Não foi, não pode ser e se depender de nós não será, um espaço para vaidades de quem sempre criticou os seus princípios e que a pouco e pouco, graças à pouca capacidade, a vai desmontando, descaracterizando, matando.

domingo, 23 de novembro de 2008

XVIII Congresso PCP, 29, 30 Novembro/1 Dezembro . Campo Pequeno.Lisboa


Nota Introdutória

O Projecto de Teses (Projecto de Resolução Política) que o Comité Central do PCP apresenta para debate em todas as organizações, no âmbito da preparação do XVIII Congresso, constitui, como a experiência da vida democrática do Partido o comprova, um estímulo à reflexão colectiva sobre a situação nacional e internacional, a actividade do Partido e as principais orientações e tarefas para o futuro.

As Teses não são, nem pretendem ser, um documento acabado. A sua discussão colectiva nas organizações e a contribuição individual de cada um dos membros do Partido constituem um elemento essencial para o seu enriquecimento e aperfeiçoamento.

Ao entrar numa nova e mais decisiva fase da preparação do XVIII Congresso, o Comité Central apela a uma intensa, interessada e activa participação de todos os militante, sustentada numa firme consciência da importância da opinião e da experiência de cada um, no quadro do reconhecido e insubstituível valor do debate fraterno e criador entre os membros do Partido, para o acerto das decisões e das deliberações a adoptar pelo Congresso.

Esta mobilização de energias, saberes e capacidades existentes no colectivo partidário será uma contribuição fundamental para que o XVIII Congresso corresponda às acrescidas exigências e responsabilidades que o PCP será chamado a desempenhar na vida política nacional, em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, e na afirmação do seu projecto de democracia e socialismo em Portugal.

Ler Teses aqui

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Dívidas e Temores

Desde 19 de Maio de 2005, instalou-se uma polémica na assembleia municipal de Borba.
Nessa reunião extraordinária um deputado da maioria – de duvidosa imputabilidade, por défice de lucidez – fez afirmações insultuosas a eleitos da CDU.
Iniciou-se uma polémica, porque os eleitos da CDU pediram a gravação áudio da reunião, como seria justo, mas a maioria, com o presidente da mesa da assembleia como prepotente destacado, não acedeu a facilitar as gravações, baseando-se em interessadas interpretações legais, mas recusando, sempre, pedir parecer à Procuradoria Geral da República, como exigiram os eleitos da CDU.
A polémica não está – nem estará – sanada; no actual mandato, os eleitos da CDU têm votado desfavoravelmente a aprovação das actas das reuniões, porque verificam a mais clara manipulação, porque, a partir da recusa da cedência das gravações áudio, recusam gravar, como protesto contra a prepotência do presidente da assembleia municipal, tão desconhecedor, quanto autoritário e prepotente.
Na reunião extraordinária de 31 de Outubro, o deputado que, Maio de 2005 insultara, regressou, com a complacência – e assentimento tácito do presidente – à calúnia, à injúria e à difamação.
Perante tanto desaforo, requeri que aquelas afirmações despropositadas fossem registadas em acta, de modo que os eleitos da CDU tomem as providências que houverem por convenientes, incluindo querela, seguindo, nesse caso, o caminho que, por muito menos razão, segue, como forma de intimidação, o presidente da Câmara Municipal, incapaz de tolerar qualquer crítica.
Na intervenção pronunciada na sessão solene, 25 de Abril de 2007, censurámos o clima de boatos espalhados pelo P.S. no período que precedeu o acto eleitoral de 2001, como método reprovável de fazer política.
Não seguiremos esse tenebroso caminho, mas, porque «quem não deve não teme», torno pública uma proposta:
Se existem suspeitas, procure-se a verdade: 1. seja criada uma comissão independente para investigar o património de todos os eleitos; 2. pessoalmente, serei o primeiro a autorizar essa investigação; 3. sejam, depois, tomadas as medidas apropriadas.
Quem tem medo? Porque recusa a maioria ceder as gravações áudio? Porque quer proteger a calúnia irresponsável, porque a difamação gratuita lhes serviu (e poderá servir) para iludir incautos; quem cultiva a injúria? Quem ameaça, inclusive, eleitos? Quem persegue trabalhadores? E, ainda mais, quem adultera e manipula processos disciplinares? Venha a verdade! Venha a investigação, venha, finalmente, a dignificação da função autárquica, contaminada por aqueles que a utilizam para compadrios, amiguismos, para proteger interesses. Esses gostam da obscuridade; os que nada temem gostam da clareza, da transparência.
Fico à espera da resposta, quero saber se os boatos, as calúnias, as difamações e as injúrias agradam, penso que sim, à maioria; se aceitarem a averiguação, tudo ficará claro para a opinião pública; se recusarem: torna-se patente a metodologia de exercer o poder; esclarece-se que valores cívicos distinguem os eleitos e os respectivos projectos.