terça-feira, 2 de junho de 2009

Discriminação Política em Borba

Será Verdade? – É Possível?


Sabe-se como tenho criticado e hei-de criticar o presidente da Câmara; quanto mais vou conhecendo os seus intoleráveis comportamentos, mais julgo «meu dever» denunciar este personagem político, pois é como tal que sou seu adversário, porque, enquanto cidadão, nada me move contra o sujeito de direitos e deveres, atributo do universo social.

Reprovei, sempre, o seu provincianismo, a sua mediania cultural, a sua descortesia, a sua prepotência revelada, com incontrolada cólera, quando criticado/censurado. Condenei, sem reservas, os seus tiques autoritários, disse – e digo – que com os seus comportamentos seria «menino querido» de Salazar ou Marcelo, mas, com a conduta do P.S., esse traço se ajusta, perfeitamente, à prática pre-fascista do Governo e partido; isso explica o seu afã de ser «pioneiro» nas hostes distritais do P.S.

«Insolente com os fracos e servil com os poderosos» eis a síntese da conduta do presidente.

Campeão nos processos disciplinares aos trabalhadores, manifestação de falha de autoridade, fundada em conhecimento ou em exemplo, recorre à repressão para se fazer temer, mas, mesmo nesses famigerados processos, não é capaz de conviver com a legalidade, porque, tratando-se de «bons rapazinhos» leia-se apaniguados, é benevolente, sendo insolente com os «maus rapazes» os que reprovam a sua gestão, claro.

É «segredo a vozes» que, quando alguém atingido pelo elevado desemprego causado pela política do desgraçado governo do P.S., festejada pelo «desenrasca dos planozinhos» que o «senhor» aplaude, atendimento favorável depende: - do preenchimento de ficha da J.S., se jovem; - do P.S., sendo maduro.

Será verdade, Sr. Presidente? Não responda, porque sei que faltaria à verdade; seja zeloso no cumprimento do princípio universal que proíbe a discriminação, com fundamento em opção política. Mas saiba: isto seria «terrorismo político; em qualquer país democrático, facto para julgamento, salvo em Portugal, é óbvio, porque o P.S. corrompeu a justiça de tal modo que, se não houver «mudança necessária», em pouco tempo: honrados na prisão; corruptos: a) promovidos aos mais altos cargos do Estado; b) condecorados por relevantes serviços.

Que país é este? Esta é a democracia do Partido Socialista?

Na nossa mão está a mudança! o retorno à dignidade, à honra republicana, reclamam imediata mudança, afastando do poder esta elite dita «socialista» mas que é a «melhor amiga»: de tudo o que gerou a crise; das duras ameaças que pairam: sobre os trabalhadores; com maior impacto, sobre os grupos mais desfavorecidos.

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