segunda-feira, 9 de junho de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
As Portas que Abril abriu
«Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
(...)
Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempo do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.
(...)
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.
(...)
Foi esta força viril
de antes de quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
fez Portugal renascer.
E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.»
in SANTOS, Ary dos.- As Portas que Abril Abriu. Lisboa, 1975.
Intervenção Eleitos CDU - Sessão Comemorativa 25 de Abril -
Exmº. Sr. Presidente da Assembleia Municipal
Ilustres Deputados
Insigne Presidente e Vereadores da Câmara Municipal
Estimados participantes
Celebrar o 34.º aniversário da Revolução de Abril, na actual conjuntura, adquire significado profundo:
Abril e os seus ideais resistem, no coração do povo português, apesar dos mais ferozes ataques desferidos às conquistas da Revolução; mais de 30 anos de embustes, mentiras, traições execráveis, a crise global que fustiga este país é, justamente, o produto mais acabado: da contra-revolução, da negação de valores, do amparo à corrupção e aos mais escandalosos enriquecimentos, salientando que, enquanto cresce a pobreza, enquanto a exclusão ganha terreno, com o cortejo de injustiças, as 500 maiores empresas disparam o crescimento astronómico, preparando, cuidadosamente, novas obras faraónicas, agigantando as assimetrias litoral/interior, para mais e melhores benefícios dos mesmos interesses.
Celebrar Abril é acto de fortaleza! Repudiemos um certo clima de saudosismo e ausência, associado ao conformismo, ligado à indiferença, promovido para adormecer memórias cuja permanência acusa os sórdidos manipuladores da democracia que toleram, reduzida à expressão mais simples, ao «votozinho» cativo e comprado, com aparência de liberdadezinha!
Sem entusiasmo, sem zelo, sem alma, seguem e estimulam rotinas, - com programas indignos da festa da Liberdade, mas dignos da «apagada, austera e vil tristeza»que define os adoradores do cifrão - folclores, e certas vaidades, crendo que tudo gira na sua órbita.
O contexto de crise que atormenta Portugal é responsabilidade do «centrão» que, com alternância, mas sem alternativa, tem des/governado, nos últimos 33 anos, querendo, logo que tomam o Poder, apagar a memória das mal-feitorias praticadas, antes de ser arredado pelo concorrente que, tão inútil e vazio como os reciclados poderosos, que, através de promessas e malabarismos, acederam, por simples troca, às cadeiras do Poder e, por consequência, à mesa do orçamento e à fonte dos «tachos para compadres» que os caracteriza, mudando os rostos, mas fazendo pior uns que outros.
Une-os: o ódio aos trabalhadores; a intolerância à democracia plena; à injustiça social; o ajuste de contas com as conquistas de Abril.
Para fingir diferenças: brincam aos conflitos; disputam a manipulação da comunicação social; procuram as «boas graças» dos detentores do poder económico: seja os burocratas de Bruxelas, seja os promotores do militarismo agressivo de ANATO, seja o que aparecer, pedindo, em troca, «fotozinhas» para simular importância, para consumo interno, pois claro, porque sabem que os «grandes» os desprezam, por mérito próprio, já que a subserviência os faz credores de pouco respeito.
O recente espectáculo da aprovação do Tratado dito, por delirante vaidade, «Tratado de Lisboa» fez salientar a dimensão mesquinha destes dirigentes que, inchados de prosápia, revelaram um provincianismo confrangedor.
Tanto pavor os assaltou do veredicto do povo, que, mentindo outra vez, recusaram referendar o tratado, agradando, desta maneira, aos seus mandadores, os verdadeiros «donos da Europa» que lhes dispensam pequenos favorzinhos que os fazem parecer «criancinhas ufanas» com o mimozinho dos «verdugos do povo trabalhador e dos milhões de pobres, marginalizados e excluídos desta «Europa do capital».
Os adversários da Revolução quiseram fazer crer que «Abril é de todos»... desiludam-se que não merecem qualquer crédito aqueles que, por actos, palavras e obras, foram sempre protagonistas: na destruição das conquistas de Abril; das revisões conservadoras da Constituição; das privatizações, cedendo aos grandes grupos económicos as alavancas do desenvolvimento da Pátria, conduzindo à mais dura crise económica; da destruição do Estado Social: privatização programada, ao longo de mais de 30 anos da saúde: redução, ao mínimo, da formação de médicos e outros técnicos superiores qualificados; subfinanciamento sistemático do Serviço Nacional de Saúde; encerramento de serviços e unidades, com particular implicação nas regiões interiores, cujos índices de desenvolvimento e características sociais reclamavam políticas de saúde humanizadas; recordemos, com desprazer para os perjuros da revolução, as violações dos Direitos Humanos – violação do Direito à Vida – por morte de dezenas de pacientes, por iniludível responsabilidade dos partidos alternantes no des/governo.
Inovação da Revolução de Abril, as políticas sociais não poderiam furtar-se à fúria neoliberal: as recentes alterações no regime de pensões são a expressão representativa deste centrão associal; como é possível imaginar mudanças que reduzam as pensões, quando a inflação é incontrolável? Será que esta clique dirigente «sonha» o paraíso» da «alcofa e bordão de mendigo» para milhões de portugueses? Será este o legado que imaginam para as gerações futuras?
«Democracia» é a palavra que bradam mais vezes! Como a tratam? Referendaram os tratados europeus? Salvaguardam a liberdade de expressão? Asseguram a liberdade de manifestação? Terá sido «incompetência» a intromissão das forças policiais em sindicatos e escolas? E a recente lei – derrotada - para, por engenharias administrativas, assaltar as autarquias locais? E a revisão das leis laborais? E a exclusão das pessoas com deficiência? E a degradação das pequenas e médias empresas? Seria difícil enumerar as mal-feitorias impostas aos portugueses, durante 33 anos. Portugal tem sido des/governado por partidos bem identificados, cuja obstinação, instalados nas cadeiras do Poder, é apagar a lembrança dos sofrimentos infligidos aos grupos mais desfavorecidos de portugueses. O crescimento da pobreza, (quantas vezes envergonhada) do desemprego, do insucesso escolar, da marginalização, da toxicodependência, da desigualdade de oportunidades e outros flagelos repetidamente divulgados pela comunicação social, todos os dias, embora por mera questão de «negócio de audiência», são o mais claro libelo acusador destes 33 anos de poder do centrão, realçando-se os últimos anos de des/governo do P. S. Que excedeu todas as políticas de direita. Retornaram: o autoritarismo; a perseguição aos opositores; os favores, as benesses para clientes, compadres e amigos atingiram níveis jamais conhecidos, parecendo, algumas vezes, retrotrair-nos aos indesejáveis tempos do «estado novo». Estes comportamentos não se circunscrevem ao Governo, porque por estas terras assistimos, à provinciana dimensão, a comportamentos e práticas semelhantes, por mais retóricas democráticas que sejam proclamadas!... Como denunciámos, nas pretéritas comemorações do 25 de Abril, reconhecendo a legitimidade dos órgãos eleitos, houve reprováveis práticas, no limiar da democracia, que precederam as mudanças autárquicas. A transparência de processos/procedimentos não é apanágio desta maioria; rejeitámos e rejeitaremos, por coerência, tudo o que seja «diáfana democracia», tudo o que não revista mediana claridade; e a catastrófica situação financeira da Câmara Municipal exige (e reclamamos) «transparência luminosa»...
A conjuntura de desencanto e crise é tema dominante, porque os sinais de desastre afloram, embora sejam difusos, porque são escondidos dos portugueses, através de pertinaz manipulação da comunicação social, mediocrizada, propensa à lamechice, inclinada ao «choradinho» como receitas infalíveis para hipnotizar o povo; o desastre recomenda, para esquecer, doses maciças de soporíferos programas televisivos que, quanto piores, melhor adormecerão desprevenidos, prolongando, por artifício, a ilusão da «única alternativa». Desiludam-se, porque os portugueses, durante o último ano, em multidudinárias manifestações, afirmaram «rejeitar esta governação, porque sabem que outras alternativa é possível e, sobretudo, necessária. Comemorar Abril é património dos milhares de homens e mulheres que, na rua, souberam gritar, com insistência, «mentirosos»! Os ideais de Abril, as esperanças de Maio, irromperam, resistiram, fizeram-se «força» e anunciam o alvorecer da imperativa mudança! Cantados por poetas, amados por seres libertos, os ideais de Abril frutificam, da noite dos tempos, em rubros cravos, no coração do povo!... Cabe, neste passo, saudar os gloriosos capitães de Abril. Igualmente, é justo recordar, com afecto, aqueles homens e mulheres que pagaram com a vida o alto preço da nossa querida liberdade. O vosso singular sacrifício evoca a nossa determinação e resistência para transformar em realidade madura esse vosso e nosso tão amado sonho: construir a sociedade livre da exploração, igual, justa, fraterna, humanista, a sociedade socialista!...
terça-feira, 15 de abril de 2008
Liberdade de Expressão
Conquista inmediata, produto genuíno de Abril, a liberdade de comunicação teve, desde logo, numerosos detractores: uns manifestos, outros ocultos, abominando-a, quando os seus privilégios e interesses fossem tocados.
Esta pecha, este pecado de liberdade de expressão foi contaminando esta desditosa democracia mal amada, logo à nascença por alguns que, tempo depois, adulavam a liberdade de expressão, quando, através da mais ignóbil infâmia, preparavam o caminho da contra-revolução, do ajuste de contas com as conquistas de Abril, da supressão dos direitos dos trabalhadores, com a porta franca aos interesses dos seus valedores, os grandes senhores do passado, «vestidinhos» agora de democratas.
30 anos de afronta à liberdade de expressão, 30 anos de nova censura: agora já não há lápis vermelho! Agora há chorudos cheques, desmesurados favores, faustas benesses. Quando o mensageiro é honrado, quando não se deixa corromper por estes novos instrumentos de censura, mata-se, se não resistir!
Tecem-se estas judiciosas considerações a respeito do blogue da CDU – Coligação Democrática Unitária – Borba.
O blogue incomoda muita gente! Porque será?! Que se passa, que desnorteia poderes e interesses? Algo deverá passar-se, porque, por um lado, incontinentes verbais, procuram introduzir a «grosseria», a descortesia; por outro, procuram, com subtileza, perseguir, silenciando, se possível, o blogue.
Silenciar a liberdade, por agora, há-de ser difícil, apesar do empenho que os move para retornar à censura.
Perseguir! Tudo farão, mas a derrota é certa.
«Não há machado que corte a raiz ao pensamento»
Liberdade de opinião, plena; obscenidade, grosseria, descortesia, serão rejeitadas, com decisão!
Para a CDU a política é «nobre», faz-se com pedagogia. Para outros a política é «arte de interesses», valendo tudo para cercear a diferença.
Sigam o seu degenerado caminho, que nós seguiremos o recto caminho do «trabalho, honestidade e competência»! são opções...
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Almoço comemorativo do 34.º aniversário do 25 de Abril
O almoço terá lugar no restaurante «O Arado».
O preço será 10€ por pessoa.
Inscrições, abertas a militantes, simpatizantes e democratas, devem ser efectivadas, até ao dia 23 de Abril, através dos contactos: cduborba@gmail.com; telem. 966014158.
quinta-feira, 27 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
O Fascismo Começa Assim
Com engenheiros de aviário, com outras corruptelas ocultas, logo os sindicatos foram erigidos inimigos, logo a fúria persecutória dos trabalhadores da administração pública foi desatada, logo os favorezinhos aos grupos poderosos surgiram no afã de privatizar a saúde, logo a cruzada contra os serviços públicos emergiu no discurso retrógrado e na prática, logo a inclusão social das pessoas com deficiência foi enterrada embrulhada em papéis burocráticos, planozinhos delirantes e fantasiosos que faltavam à verdade.
Quando o descontentamento popular se manifestou, aparece, no esplendor anti-democrático, o 1.º ministro, bem acompanhado por ministros e secretários de estado, peças da máquina pouco democrática que confunde o partido com o estado; quem criticar, rua! Quem se manifestar, é subversivo! Quem denunciar é sabe-se lá o quê! Fui-me lembrando tempos que julgava definitivamente banidos, a ditadura, mas que voltam, agora, enrolados em retórica.
Diálogo, nada disso! A propaganda é melhor! Transparência, longe, corrupção é muito melhor! Mudem-se, já, códigos, ataquem-se todos os direitos dos trabalhadores, que os patrões são gratos, e os lugares para os rapazinhos aparecerão, por magia.
A polícia vigia sindicatos; os serviços secretos que farão? E, quando milhares de trabalhadores – incluindo milhares de professores – gritam a justa indignação, delirante, colérico, desnorteado, aparece o ministro dos assuntos parlamentares – dizem que o verdadeiro proto fascista que manda no Governo – com uma alucinada verborreia.
O fascismo começa assim! Intimidar para reprimir, prática proto fascista; mentir, prática proto fascista; manipulação e censura encapotada da comunicação social, prática proto fascista.
Não há-de a direita louvar o Governo, se faz a sua política! Não há-de a direita jubilar, se o ajuste de contas com a revolução de Abril caminha a passos largos! Por mais que o P.S. vocifere «democracia» são luminosos os traços proto fascistas do Governo do Eng. – mas pouco – Sócrates. Ah! Julgavam que era apenas o Governo que sofria de proto fascismo! Enganaram-se: não sabem que a Câmara sob a ilúcida orientação do Sr. Presidente utiliza as mesmas práticas! Persegue trabalhadores, numa alucinante proliferação de processos disciplinares; faz tudo quanto pode para impedir os trabalhadores de exercer o direito à indignação; quando todas as câmaras do distrito são solidárias com os seus funcionários, Borba proíbe, aprendendo a lição dos mestres proto fascistas que inspiram a maioria!
segunda-feira, 10 de março de 2008
87º Aniversário do PCP
Reafirmar os valores e os princípios do PCP, recordar a história da luta dos comunistas e estimular combates que defendam as mulheres, os trabalhadores, os jovens, os pobres, os idosos e os deficientes, na construção de uma sociedade mais justa, rumo ao socialismo.
terça-feira, 4 de março de 2008
Pimbalhadas e Pateguismo
– Santiago de Rio de Moinhos (21/23/03/2008) – fiquei estarrecido!
O programa é a fotografia mais fiel da maioria que (des)governa o município.
A mediocridade do programa é a mediocridade dos eleitos da maioria; numa manifestação de «bacoquismo» enganam a freguesia, porque um acontecimento que poderia promover o queijo de Rio de Moinhos, é utilizado para promover bairrismos medievais, incompatíveis com a globalização que, quais tolos, aplaudem, sem imaginar as consequências; certamente que o negócio dos vendedores não justifica tão pobre empreendimento, à medida da pobreza dos projectos dos que, enchendo os pasquins que manipulam de desenvolvimento, nem sabem o que isso seja, mas, mais desastroso, nada fazem, consistente, para o promover.
Quando inscrevem, tão ufanos quanto tolos, os grupozinhos de dança que emitam as pimbalhadas estrangeiras de péssimo gosto, que pensam que promovem? Claro que não lhes interessam os grupozinhos, mas, calculando o efeito da vaidade, atraem os familiares deslumbrados, não com o significado cultural, mas com o exibicionismo «patego», expressão da realidade de fraco conhecimento.
Isto será apenas pimbalhada/pateguismo, ou prática calculada de manipulação dos comportamentos mais básicos? Se a opção por manipular calculadamente for, como creio, estratagema, descemos a tácticas oriundas do fascismo, aliás, tão do gosto do P.S., no deslumbramento por segurar, a qualquer preço, o poder, tácticas que seduzem a maioria, ao menos o Presidente da Câmara, porque os restantes vereadores são meros feitores, sem ideias, mas obedientes, porque o «pãozinho» está difícil e qualquer diferença de opinião pode conduzir ao futuro desemprego, porque opta-se por subserviência como critério de selecção.
Projectos culturais, no verdadeiro significado do conceito, em Borba, são miragem; alienar, alienar, está na ordem do dia, porque rende, isto é, pensam, garante poder, com o cortejo de benefícios e interesses que lhe estão associados; não foi essa a génese deste grupo que, utilizando estratagemas eticamente insustentáveis, se organizou? Enquanto a manipulação der rendimento, têm o caminho aplanado, porque sabem, como mestres, usar a fuga à verdade. A Feira do Queijo, com estes propósitos, neste figurino, não garante «desenvolvimento», mas, acreditam piamente, pode garantir mais alguns anos de Poder... Rio de Moinhos merecia mais!... O concelho precisa muito mais que «festinhas deprimentes»!
PCP - 87 anos de Luta Heróica
Resistentes, mártires, homens, mulheres e jovens que combatem a ferocidade da exploração, subitamente regressada com mais voracidade e violência que nunca. 50000 vozes gritaram, nas ruas de Lisboa, 01 de Março de 2008 que são militantes do PCP, que querem ser livres, que recusam que os opressores de sempre venham dar-nos lições ou regras; onde está a legitimidade dos que tudo fazem para manter as benesses à custa da democracia? Porque apregoam a transparência e praticam a corrupção na sua casa? Porque pretendem impor-nos ética, quando cultivam, internamente, a intriga, a hipocrisia, a deslealdade? O PCP não tem nada que aprender com os exploradores; não precisam lições os que sempre defenderam as causas dos pobres, dos marginalizados, dos verdadeiros produtores da riqueza.
Já agora, não queiram impor-nos a mudança, que nem sabem o que seria, mas sabem que desejam que este PCP deixasse de ser «partido Comunista» e se acomodasse, renegando os seus atributos distintivos, primeiro, e, depois, desaparecesse para gáudio dos exploradores que teriam mais aplanado o caminho da exploração.
Seria, certamente, diferente a democracia portuguesa, se aprendessem e, sobretudo, se praticassem a democracia vivida no PCP. Afirmar a vitalidade do PCP, hoje, equipara-se a rejeitar o modelo baseado na rapina, na exploração, na opressão dos povos, na guerra, absurdamente conduzida em nome da «paz», ocultando os propósitos de esbulhar e dominar as riquezas, à escala planetária. Nunca na História se produziu tanta riqueza! Jamais houve tanta fome; a explicação reside no refinamento da exploração; por isso, o ódio ao PCP, votado ao ostracismo, porque é impossível silenciar a permanente militância de milhares que, sem desfalecimento, agitam a bandeira da luta, acalentam o ideal de construir uma sociedade livre da exploração, a sociedade sem classes!...
