domingo, 21 de dezembro de 2008

Boas Festas

Chove. É Dia de Natal

Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

A Coligação Democrática Unitária (CDU) de Borba saúda todos os Borbenses nesta quadra festiva desejando-lhes um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de sucessos com mais justiça social e solidariedade.
Bom Ano Novo de 2009

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FESTA ESTRANHA (2)




A Festa da Vinha e do Vinho é o momento anual em que Borba recebe mais visitantes. Os objectivos que estiveram na sua criação, afirmaram-se ao longo do tempo, como pilares para a construção de uma identidade singular e genuína. A promoção do vinho e suas práticas sociais e culturais, a valorização das potencialidades endógenas, como os Produtos Regionais, o Artesanato e a Gastronomia, assumem-se como referências de importância inquestionável para a economia local.
A Marca Festa da Vinha e do Vinho está inegavelmente construída a partir dos saberes e sabores locais, factor preponderante no desenvolvimento local sustentável.
Reunir à volta destes princípios milhares de visitantes foi um longo caminho. Dos obstáculos e dificuldades criaram-se dinâmicas e práticas, fruto do envolvimento e trabalho de todos os Borbenses.
De há uns anos a esta parte, e sempre num contínuo, temos assistido à descaracterização da Festa.
• Fim da produção de vinho com rótulo da Festa;
• Contínua perda de participantes em stand no Artesanato e Artefactos;
• Ausência de stands de promoção e venda de Produtos Regionais, nomeadamente, queijos e enchidos;
• Implementação de um processo de mercantilização, visível na promoção e venda de produtos/serviços desenquadrados das características da Festa;

São claros e inequívocos os sinais de perda de identidade da Festa. Tudo aquilo que a diferenciava, pela sua originalidade e defesa de valores locais tem sido consumido pela incompetência e irresponsabilidade. Como entender que se disponibilizem stand`s para venda de aspiradores, mobiliário e sofás? Como entender que num claro atentado à promoção e valorização da Gastronomia Regional Alentejana se tenham apresentado nas tasquinhas pratos como a “Posta Mirandesa” ou Açorda de Marisco? Como entender que se promova a ginja, em vez do nosso e delicioso abafado?

Quem vem à Festa quer provar o vinho, os petiscos e pratos como a Sopa de Tomate, as Migas ou a açorda! Quem vem à Festa quer degustar e comprar os nossos afamados queijos e enchidos! Quem vem à Festa quer, enfim, descobrir os nossos produtos no seu contexto original.

A aposta nas potencialidades do concelho, nos produtos regionais, vinho, artesanato e gastronomia regional, aliado à valorização do Património Construído, Cultural Imaterial e Natural é a única forma de preservar a nossa Identidade. O reforço das actividades económicas locais, a promoção das especificidades do Território, assume a matriz de resistência aos efeitos dos processos de globalização. A Festa da Vinha e do Vinho é nessa medida, espaço para a autenticidade e qualidade, marca de ruralidade e diferenciação em relação a outros eventos.
Apregoar o sucesso que todos desejamos sem se avaliar responsavelmente estas e outras considerações é no mínimo …enganador. E quem se engana a si próprio, mais facilmente engana os outros.
Que todos possamos daqui retirar ilações. A Festa é de todos os Borbenses e tem que impreterivelmente, servir para apresentar o que melhor temos e fazemos. Não foi, não pode ser e se depender de nós não será, um espaço para vaidades de quem sempre criticou os seus princípios e que a pouco e pouco, graças à pouca capacidade, a vai desmontando, descaracterizando, matando.

domingo, 23 de novembro de 2008

XVIII Congresso PCP, 29, 30 Novembro/1 Dezembro . Campo Pequeno.Lisboa


Nota Introdutória

O Projecto de Teses (Projecto de Resolução Política) que o Comité Central do PCP apresenta para debate em todas as organizações, no âmbito da preparação do XVIII Congresso, constitui, como a experiência da vida democrática do Partido o comprova, um estímulo à reflexão colectiva sobre a situação nacional e internacional, a actividade do Partido e as principais orientações e tarefas para o futuro.

As Teses não são, nem pretendem ser, um documento acabado. A sua discussão colectiva nas organizações e a contribuição individual de cada um dos membros do Partido constituem um elemento essencial para o seu enriquecimento e aperfeiçoamento.

Ao entrar numa nova e mais decisiva fase da preparação do XVIII Congresso, o Comité Central apela a uma intensa, interessada e activa participação de todos os militante, sustentada numa firme consciência da importância da opinião e da experiência de cada um, no quadro do reconhecido e insubstituível valor do debate fraterno e criador entre os membros do Partido, para o acerto das decisões e das deliberações a adoptar pelo Congresso.

Esta mobilização de energias, saberes e capacidades existentes no colectivo partidário será uma contribuição fundamental para que o XVIII Congresso corresponda às acrescidas exigências e responsabilidades que o PCP será chamado a desempenhar na vida política nacional, em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, e na afirmação do seu projecto de democracia e socialismo em Portugal.

Ler Teses aqui

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Dívidas e Temores

Desde 19 de Maio de 2005, instalou-se uma polémica na assembleia municipal de Borba.
Nessa reunião extraordinária um deputado da maioria – de duvidosa imputabilidade, por défice de lucidez – fez afirmações insultuosas a eleitos da CDU.
Iniciou-se uma polémica, porque os eleitos da CDU pediram a gravação áudio da reunião, como seria justo, mas a maioria, com o presidente da mesa da assembleia como prepotente destacado, não acedeu a facilitar as gravações, baseando-se em interessadas interpretações legais, mas recusando, sempre, pedir parecer à Procuradoria Geral da República, como exigiram os eleitos da CDU.
A polémica não está – nem estará – sanada; no actual mandato, os eleitos da CDU têm votado desfavoravelmente a aprovação das actas das reuniões, porque verificam a mais clara manipulação, porque, a partir da recusa da cedência das gravações áudio, recusam gravar, como protesto contra a prepotência do presidente da assembleia municipal, tão desconhecedor, quanto autoritário e prepotente.
Na reunião extraordinária de 31 de Outubro, o deputado que, Maio de 2005 insultara, regressou, com a complacência – e assentimento tácito do presidente – à calúnia, à injúria e à difamação.
Perante tanto desaforo, requeri que aquelas afirmações despropositadas fossem registadas em acta, de modo que os eleitos da CDU tomem as providências que houverem por convenientes, incluindo querela, seguindo, nesse caso, o caminho que, por muito menos razão, segue, como forma de intimidação, o presidente da Câmara Municipal, incapaz de tolerar qualquer crítica.
Na intervenção pronunciada na sessão solene, 25 de Abril de 2007, censurámos o clima de boatos espalhados pelo P.S. no período que precedeu o acto eleitoral de 2001, como método reprovável de fazer política.
Não seguiremos esse tenebroso caminho, mas, porque «quem não deve não teme», torno pública uma proposta:
Se existem suspeitas, procure-se a verdade: 1. seja criada uma comissão independente para investigar o património de todos os eleitos; 2. pessoalmente, serei o primeiro a autorizar essa investigação; 3. sejam, depois, tomadas as medidas apropriadas.
Quem tem medo? Porque recusa a maioria ceder as gravações áudio? Porque quer proteger a calúnia irresponsável, porque a difamação gratuita lhes serviu (e poderá servir) para iludir incautos; quem cultiva a injúria? Quem ameaça, inclusive, eleitos? Quem persegue trabalhadores? E, ainda mais, quem adultera e manipula processos disciplinares? Venha a verdade! Venha a investigação, venha, finalmente, a dignificação da função autárquica, contaminada por aqueles que a utilizam para compadrios, amiguismos, para proteger interesses. Esses gostam da obscuridade; os que nada temem gostam da clareza, da transparência.
Fico à espera da resposta, quero saber se os boatos, as calúnias, as difamações e as injúrias agradam, penso que sim, à maioria; se aceitarem a averiguação, tudo ficará claro para a opinião pública; se recusarem: torna-se patente a metodologia de exercer o poder; esclarece-se que valores cívicos distinguem os eleitos e os respectivos projectos.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O que pesam os Factos

Em 15 de Novembro de 1907 nasceu, em Borba, o poeta Humberto Silveira Fernandes, falecido, em 1928, jovem; Em 2007 celebrou-se o 1.º centenário desse nascimento.
Que promoveu a câmara municipal para recordar esse borbense? Não se pode dizer que a sua obra literária influenciou a literatura portuguesa, porque a sua juventude não permitiria grandes fôlegos, embora revelasse potencialidades estéticas promissoras; os seus escritos são fortemente condicionados pela vivência social, mas a aspiração à poesia, nos seus verdes anos, deixou-nos curiosos sobre o manancial criador do jovem Humberto.
Em tempo oportuno no programa «Traço de União» que realizámos/produzimos na Rádio Borba, com o patrocínio do executivo municipal de maioria CDU, quando alguns «pingos de liberdade de expressão» permitiram esse trabalho gratificante, dedicámos alguns programas à análise da obra dos poetas borbenses: Luís Trindade e Humberto Silveira Fernandes, facto que possibilitou o conhecimento desses desditosos jovens autores.
Não sobrevalorizamos as suas obras poéticas, mas, num concelho onde a prática de escrever não tem cultores abundantes, teria merecido qualquer acto cívico comemorativo.
Surpreendido, não; a cultura não faz parte das preocupações da actual maioria cuja intervenção no sector da cultura revela a mais desconsoladora mediocridade. Aflige: o pateguismo, o bacoquismo, a ignorância revelada, inclusive, na escrita de textos. Populismo, propaganda, demagogia, têm acolhimento/aplauso do actual presidente da câmara; qualidade, profundidade, estão afastadíssimas, porque a cultura reforça a identidade e a maioria que, por hoje, detém o poder sabe que a sua permanência baseia-se nestas práticas e, sobretudo, na perda de identidade cultural na região Alentejo, feudo desejado, como partido único, pelo P.S, como afirmou, 21 de Fevereiro de 2005 um destacado dirigente.
Pressagio, no acto livre da escrita, a intolerância do Sr. Presidente da Câmara… Ilustre, tenha paciência, não queira matar o mensageiro… que não teme ameaças como as que foram proferidas, em discurso mais acalorado, na assembleia municipal, 31 de Outubro. Sabe como pode fazer? Mudar, que os factos pesam… e os responsáveis, de verdade, hão-de suportar esse fardo pesado; - o julgamento da História.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

FESTA ESTRANHA

Se fossem, hoje, relidas as actas das assembleias municipais referentes aos diversos debates sobre a Festa da Vinha e do Vinho, ficaríamos impressionados com as imprecações dos eleitos do P.S. que vociferavam contra aquele evento; diziam que os produtores de vinho é que deveriam pagar a festa, diziam mais algumas barbaridades que omitimos por despropositadas.
Li, hoje, o programa da próxima Festa da Vinha! Duvidei do que lia… é verdade! Pois os que gritavam contra a festa, os que ralhavam, inconsoláveis, não inscrevem no programa nenhum patrocínio de produtores vinícolas.
Que festa estranha está à porta? Onde andarão perdidos os produtores do famoso vinho de Borba?
O exercício de revisitar as actas da assembleia municipal, quando o P.S. era minoritário, seria altamente pedagógico; Este grupozinho de interesses, clientelas, favores e amiguismos fustigava a maioria governante com tanta impiedade, com tanta intransigência, que pareciam os «polícias da moral»… Terão passado de polícias a malfeitores?
Renegam, enquanto maioria, tudo quanto diziam; fazem, sem pudor, tudo quanto criticavam; são os campeões da incoerência, são vulgares mentirosos, são empedernidos demagogos.
O P.S. perdeu o norte; o grupozinho agarrado à mesa das benesses não tem, nem teve nunca, projecto para Borba; não defende, nem defendeu nunca, valores; só numa coisa são constantes: guardam com mão férrea as carteiras… pois foram as carteiras que os aglutinaram à mesa que os vai desiludindo, porque a julgavam mais abastecida.
Claro, com estratagemas, sob o olhar benévolo do Governo, vão encontrando formas de sustento dos seus apetites cobiçosos; sustentar benesses, presumir, cultivar «narcisismos» podem ser as razões explicativas da desastrosa dívida da Câmara Municipal de Borba. Que o futuro das gerações vindouras fique comprometido por estas razões mesquinhas, eis o que repudiamos, porque, nas próximas duas ou três décadas, todos os borbenses pagarão estes desvarios, estes desmandos, estas irresponsabilidades, que raiam o limite da legalidade.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A Demagogia anda na rua

À medida que se aproximam as eleições, toma proporções desmesuradas a demagogia do Partido Socialista; mentindo, na campanha de 2005, iludindo os eleitores com promessas não cumpridas – nem previstas – o partido do Governo e de certas maiorias autárquicas desdobra-se na mais desavergonhada demagogia; anuncia, várias vezes, as mesmas mentiras, escondidas em medidas anunciadas, repetidamente, mas nunca executadas.
Agora, com os resultados eleitorais das eleições na região autónoma dos Açores, explode a demagogia sem reservas. Grita aos quatro ventos a maioria absoluta, mas esquece-se de dizer que 53.5% dos eleitores se abstiveram de votar. Quem, na verdade, terá ganhado estas eleições? Que significam Estes arranjos? Cuidado, que gente pouco séria «pode andar na rua» … e, se as coisas se complicarem, não haverá pudor em ampliar a demagogia, em subornar, ainda mais, a comunicação social, e seduzir os grupos económicos para mais benesses, mesmo que os trabalhadores, os pensionistas, e todos os grupos de pobres estalem de fome, o que importa é manipular, mentir, iludir, se tais sórdidas manobras garantirem, outra vez, o poder.
E na nossa autarquia que poderá acontecer? Tudo, sem reservas de legalidade, que o P.S. e a maioria actual perderam, à muito, a dimensão da legalidade, da responsabilidade, da dignidade; quando a dívida da câmara atinge valores inauditos, mais de vinte milhões de euros (4 milhões de contos) e pode atingir 25 milhões (5 milhões de contos) e nada nem ninguém diz nada, que pode acontecer às gerações futuras? Caminhamos, alegremente, para o abismo, pisamos, sem prevenção, os limites da dívida aceitável, mas nada disto aflige a maioria!... Salvo pequeninos arrufos, tudo passa, como se fosse coisa banal! Alguns eleitos, outrora, tão zelosos das finanças locais, esqueceram o que diziam e deixam acolher todo o tipo de espectáculos, sujeitos às sanções se prosseguir este desregramento financeiro.
A frenética ambição de poder, nestas instituições, ultrapassa tudo o que é racional. O exercício do Poder não pode justificar atitudes e comportamentos que afrontam a democracia e os valores morais que a suportam.
Os eleitores merecem respeito, os compromissos são, ou devem ser, para cumprir, sob pena de assistirmos à transgressão de valores e perder toda a credibilidade junto da população que julgava honrados aqueles que pediram a sua confiança para defender o «bem comum». Um ciclo eleitoral aproxima-se; a máquina da propaganda está em movimento, as promessas vêm aí em catadupas, o limite da decência será quebrantado, mas tudo isto ficará sem punição, se nos demitirmos de pedir responsabilidades aos que nos devem governar.

domingo, 5 de outubro de 2008

Os Fantasmas do Poder

Certas prepotências de certos personagens individuais ou colectivos escondem, sabe-se, tremendas fraquezas, incríveis debilidades éticas, comprometedoras faltas de carácter. Na última reunião da Assembleia Municipal de Borba os eleitos da CDU propuseram a realização de reunião extraordinária daquele órgão de soberania do concelho – assim pensava outrora a maioria – para debater a crise social que atormenta o concelho, a região e o país.
Esta desditosa maioria, incoerente, submissa «à voz do dono» prepotente, até à ilegalidade, renega hoje o que, com suprema hipocrisia vociferava, quando oposição. Democracia e transparência, quanto mais longe, melhor; respeito pelos eleitos e liberdade de expressão, nem pensar, que os tiranozinhos mandadores sufocam tudo. Porque motivo têm medo de analisar a situação social? Que os atormentará? O universo de mentira, a falsa megalomania que espalharam, desmorona-se: perante a falência das promessas mentirosas; perante a pantominice das empresas que viriam instalar-se neste concelho; perante a calamitosa dívida que ameaça, se o P.S. cumprir o que anuncia, a própria extinção do concelho, por insolvência; a desastrosa gestão desligada de qualquer outra estratégia que não seja a vaidade do Sr. Presidente da Câmara que não tem nem ideia como há-de rentabilizar o «mar de betão» que mandou semear, com prejuízo para os borbenses.
Aquele autarca temeu, 2007, convocar, como pretendiam os seus «senhores distritais» a assembleia municipal para analisar o estado da igualdade de oportunidades; ele sabe que eu sei que ele sabe porque temeu: apesar de, quando presidia à assembleia aparecer pelo Conselho Nacional de Reabilitação, qual «vulto nevoento», não tinha, nem tem ideia, do panorama social, porque, na mundanal existência, essa «bomba atómica do sec. XXI – não lhe dá nenhum cuidado.
Algumas biografias, se publicadas, revelariam a verdadeira dimensão dos biografados; eis o caso!
Porque será que perseguirá ou tentará intimidar os que o censuram? Porque é tão intolerante à divergência, que reage com descortesia, quando os factos o apavoram? Porque é fraco! E, por isso mesmo, é «insolente» com os que considera «fracos» e «lisonjeiro/adulador» com os que considera «poderosos», porque, ávido de protagonismo/carreirismo, sabe que, comprazendo aos «mandadores» o caminho fica mais aberto.
Os fantasmas do Poder simbolizam os fantasmas pessoais e colectivos e materializam as infinitas ambições dos seus titulares tão distraídos que nem percebem: «é transitória a glória do mundo» …
Quando a roda da fortuna desanda, quando regressam ao lugar onde deveriam ter estado sempre, sofrem «tormentos de perdição»!... Choram, desconsolados, porque não conhecem os seus fantasmas e os malditos são tão atrozes!... Pedem contas; acusam; devolvem a mesquinha realidade deformada por patologias terríveis!...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sessão Pública com Jerónimo de Sousa

No dia 3 de Outubro realizar-se-á uma sessão pública no centro cultural (antigo matadouro), em Estremoz, pelas 18:30, que contará com a presença do Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

Não ao código do trabalho!
Melhores salários!
Combate à precariedade!

É tempo de Lutar!
É tempo de Mudar!